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Archive for the ‘Aborto’ Category

Uma das armas mais poderosas no arsenal pró-vida é o testemunho autêntico daqueles que defenderam e ajudaram a fornecer abortos, e mais tarde viram a luz. Pessoas como o Dr. Bernard Nathanson, Carol Everett e Abby Johnson têm informações e discernimento que nos ajudarão a ganhar a guerra contra a indústria do aborto.

Jewels Green

Jewels Green, mãe de três filhos e natural da cidade de Allentown, na Pensilvânia, fez a corajosa decisão de finalmente abrir a boca para defender a vida. Em seu primeiro testemunho público, ela falou com Live Action acerca de sua experiência de passar pelo sofrimento do aborto como adolescente e mais tarde passar vários anos trabalhando numa clínica de aborto.

Este é o testemunho dela:
Meu primeiro bebê faria 22 anos nesta semana.
Eu era uma adolescente de 17 anos, usando drogas e tendo já abandonado a escola secundária, mas quando a senhora do exame me disse que eu estava grávida, já me via como uma nova mãe.
Todos queriam que eu fizesse aborto… menos eu.
Eu realmente parei de usar drogas, fui a uma biblioteca e fiz uma busca minuciosa de um livro chamado “Under 18 and Pregnant” (Com Menos de 18 anos e Grávida) e comecei a lê-lo para me preparar. Agendei meu primeiro exame de saúde pré-natal. Meu namorado estava implacável. Estou deliberadamente omitindo os detalhes da violência, tanto real quanto ameaçada, mas finalmente cedi diante da insistência do meu namorado para não ter nosso bebê.
Em 4 de janeiro de 1989, ele me levou para a clínica de aborto, mas eu literalmente perdi toda esperança de salvar meu bebê.
Dois dias mais tarde, em 6 de janeiro de 1989, com 9 semanas e meia de gestação, fiz um aborto. Quase me matou. Não, não o procedimento cirúrgico, mas as consequências psicológicas. Tentei o suicídio três vezes depois do meu aborto e finalmente acabei numa repartição psiquiátrica para adolescentes num hospital comunitário durante um mês para me recuperar.
Fui pressionada a ter um aborto e achei que me tornando conselheira numa clínica de aborto, eu poderia ajudar outras mulheres como eu a realmente desabafarem seus sentimentos sobre a questão, verdadeiramente investigar suas opções e ajudá-las a fazerem decisões honestas e informadas — ou ajudá-las a deixar uma situação abusiva.
Trabalhei numa clínica de aborto durante cinco anos (desde a idade dos 18 até os 23) — não na mesma clínica onde fiz meu aborto. Comecei atendendo telefone, depois na recepção fazendo a inscrição das pacientes e aceitando pagamentos, então aprendi auxílio médico e ajudei no laboratório, pegava sinais vitais na sala de recuperação e lavava equipamentos na área de desinfecção. (Falarei mais disso depois.) Então, depois de dois anos trabalhando na clínica e começando a fazer faculdade como estudante de psicologia, fui treinada como conselheira.
A experiência de “aconselhamento” não era o que eu esperava. Praticamente todas as mulheres grávidas que chegavam à clínica para receberem “aconselhamentos de opções” já tinham feito sua decisão, mas apenas queriam examinar a clínica e ter respostas para suas perguntas e talvez obter alívio para seus temores. E a maioria das mulheres que chegavam sentia que não tinham nenhuma outra escolha. Poucas estavam realmente ambivalentes.
É nesse ponto que o movimento pró-aborto e as clínicas de aborto falham. Com certeza, tínhamos uma agendinha com os nomes e números de duas agências locais de adoção, mas nunca havíamos recebido treinamento ou instrução de como o processo de adoção funciona, de modo que pudéssemos explicar para as mulheres. Tínhamos o número de telefone da filial local da [agência federal de assistência às mães e seu bebês] WIC, assistência pública, etc., mas de novo, não sabíamos nada acerca do processo se uma mulher chegasse a perguntar sobre detalhes. Se uma mulher grávida quisesse saber mais sobre essas outras escolhas, o melhor que a “conselheira de opções” poderia oferecer era uma nota de recado com um número de telefone apressadamente rabiscado nele.
Durante meu tempo na clínica, eu era uma apoiadora ferrenha do direito de abortar, enquanto o tempo inteiro eu sabia no meu coração que o que eu estava fazendo era errado, que eu sentia falta do meu bebê e que eu desejava que as coisas pudessem ser diferentes para mim. Em retrospecto, posso ver que ao me cercar de pessoas que criam que era certo abortar bebês, eu estava esperando que algum dia eu ficaria em paz com o fato de que eu havia abortado meu bebê. Isso nunca aconteceu.
Participei duas vezes em Washington, D.C. da marcha a favor do direito de abortar. Fiz pressões políticas em Harrisburg (a capital da Pensilvânia). Eu havia me unido a David Gunn, Jr. para fazer pressões políticas no Congresso em favor de sanções mais fortes contra os ativistas antiaborto que incomodam mulheres grávidas, jogam bombas em clínicas de aborto, intimidam funcionários de clínicas e matam médicos (como o pai de David, o Dr. David Gunn, que foi morto por um “ativista” antiaborto) — mas mesmo então nunca concordei com gritos de guerra tais como “Aborto legalizado e sem apologia!” que se entoavam em tais reuniões. Era — e é — muito mais complicado do que isso.
Depois de me formar na faculdade com um diploma em psicologia, deixei meu emprego na clínica para trabalhar no turno da noite atendendo uma linha telefônica especial para adolescentes em crise durante um ano antes de me mudar para a cidade de Nova Iorque para estudar pós-graduação. Depois de obter mestrado em psicologia, mudei de volta para minha cidade natal e trabalhei em tempo parcial na clínica durante boa parte de minha próxima gravidez.
Lembro-me de que numa manhã de sábado (um dia importante para operações, quando mais de 20 abortos estavam agendados e pelo menos doze manifestantes estavam do lado de fora, em pé ao longo do longo acesso de entrada que levava ao estacionamento da clínica) quando eu estava com cerca de seis meses de gravidez, muito visível — uma gravidez muito mais avançada do que o limite de aborto de gravidezes de 16 semanas que a clínica permitia — quando uma manifestante gritou para mim: “Seu bebê ama você!”
Sorri para mim mesma. Quando entrei e comecei a ajudar a enfermeira a arrumar a sala de recuperação, eu contei a ela sobre isso, e ela ficou indignada e horrorizada. Mesmo então — como uma funcionária ativa na clínica — dizer a uma mulher grávida que seu bebê a ama não parecia como uma coisa desagradável de se dizer, ou mesmo de se gritar, para uma mulher obviamente grávida.
Contudo, minha identificação pessoal como pró-vida só ocorreu muitos anos mais tarde. Depois de finalmente me perdoar pelo aborto do meu primeiro bebê, tive condições de ver o mundo de modo diferente. Depois de dois casamentos fracassados, pude finalmente fazer um compromisso e meu marido e eu estamos casados há onze anos. Depois de dar a luz três meninos do sexo masculino e sentir a vida crescer dentro de mim e conhecendo o ardoroso e impressionante amor que uma mãe pode sentir por um filho, pude finalmente reconhecer que, sim, a vida começa na concepção.
Mas só foi quando por acaso assisti aos vídeos de YouTube de Abby Johnson e então li o livro dela, Unplanned (Não planejado), que pude dizer alto que eu sou pró-vida. Foi a história estupenda de Abby, e seu testemunho corajoso e honesto, que me ajudaram a me juntar publicamente às fileiras do movimento pró-vida.
E embora agora me considere pró-vida, eu simplesmente não consigo agir de acordo com os extremistas dentro das fileiras do movimento que muitas vezes agem sem serem repreendidos por muitos da liderança com voz ativa na postura pró-vida. Eu estava na recepção quando a clínica foi invadida em 22 de julho de 1992, que mais tarde apelidamos de “A Quarta-Feira do Inferno”. Seis pessoas invadiram a sala de espera com um grande instrumento de metal com múltiplos tubos ligados que todos presumimos era uma bomba, até que eles deslizaram os braços dentro do instrumento e começaram a cantar. Eles estavam na sala de espera “grudados” a essa coisa durante sete horas enquanto a polícia local e estadual e agentes do FBI tentavam negociar com eles e tirar deles o instrumento. Eles fizeram xixi no carpete. As funções diárias da clínica continuaram em outras partes do prédio.
Como resultado dessa invasão, nenhuma mulher mudou de ideia.
Eu estava trabalhando na recepção no dia em que duas clínicas de aborto da cidade de Boston foram atacadas por um pistoleiro antiaborto armado que feriu cinco pessoas e matou duas. O pistoleiro ficou foragido por muitas horas antes de ser preso. Boston está a cinco horas de onde eu trabalhava, e eu permaneci na recepção. (Meu tio, um sargento da polícia, insistiu em que eu vestisse um colete a prova de balas para trabalhar durante uma semana inteira depois desse acontecimento, e vesti.) Uma das ex-diretoras da clínica para quem eu trabalhava teve sua casa arrombada duas vezes, outra diretora rotineiramente vê manifestantes com piquetes em sua casa e teve a experiência de ser seguida do trabalho para casa por veículos estranhos em várias ocasiões. Tem de haver melhores maneiras de avançar a causa da vida.
Falando nisso: o aborto termina uma vida. Ponto final. Isso não está em questão, nem deveria estar. Essa é uma verdade fundamental. Trabalhei na sala de desinfecção onde os “produtos da concepção” (como tantos defensores do aborto — e conselheiros de clínicas de aborto — chamam o feto e a placenta) eram rearrumados e contados para garantir que “havíamos pegado todos os pedaços”. No caso dos abortos feitos no início de gravidez, isso significava fazer flutuar o conteúdo do jarro em água para visualizar a vilosidade coriônica. No caso de abortos feitos em gravidezes de 8 semanas e meia a 12 semanas, isso significava contar mãos e pés, certificando-se de que a espinha dorsal, as costelas e o crânio estavam presentes, onde você tem uma ideia do que era feito. No caso de abortos em que o tempo de gestação do feto estava em questão, especialmente se havia uma chance de surpresa, significando uma gravidez abortada além do limite legal da clínica de 14 semanas de UPM (a partir do último período menstrual), os pés eram medidos para se apurar a exata idade da gestação.
Trabalhar na sala da desinfecção nunca era fácil. Eu via meu filho perdido em todos os jarros contendo partes de bebês abortados. Certa noite depois de trabalhar na sala de desinfecção, meus pesadelos sobre bebês mortos eram tão horríveis, nojentos e intensos que tive uma reunião com a diretora da clínica para conversar sobre meus sentimentos.
Ela foi muito compreensiva, aberta e honesta, e dolorosamente franca quando me disse: “O que fazemos aqui é acabar com a vida. Pura e simplesmente. Não há como negar esse fato. Para trabalhar aqui, você precisa aceitar essa realidade”. Depois de alguns dias de revezamento na sala de desinfecção, senti que já estava acostumada com aquilo e, Deus me ajude, voltei.
Quando eu estava no quarto ano de trabalho na clínica eles receberam permissão para fazer abortos até 16 semanas de UPM, uma mulher deixou e duas funcionárias — inclusive eu — se recusaram a trabalhar nos casos de gravidez avançada. Minha chefa foi compreensiva e me agendou para trabalhar com pacientes ginecológicas não grávidas naqueles dias.
Para mim mesma, sei em meu coração que eu nunca destruiria uma gravidez — NUNCA — nem nunca trabalharia numa clínica de aborto de novo. Se alguém que amo estivesse enfrentando uma gravidez não planejada, eu faria tudo o que pudesse para ajudá-la a achar um jeito de permanecer grávida e dar uma chance a esse bebê — quer se tornando mãe ou oferecendo o bebê para adoção.
Há um número muito grande de vidas inocentes sendo exterminadas em nosso país antes de terem a oportunidade de dar seu primeiro fôlego, e como nação deveríamos agir melhor. Precisamos agir melhor. Precisamos fornecer reais recursos para mães grávidas que estão enfrentando uma gravidez não planejada. As mulheres e os bebês de nosso país merecem coisas melhores. Afinal, às vezes as melhores coisas na vida não são planejadas.
Para o meu bebê que nunca nasceu: feliz dia de aniversário que você nunca teve. Sinto falta de você todos os dias. Com amor e lágrimas, mamãe.
Publicado com a permissão de Live Action blog

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O governador do Texas (Estados Unidos), Rick Perry, assinou o Projeto de lei 15, que entraria em vigor em setembro, e exige que uma mulher realize um ultra-som antes de decidir se praticará um aborto.

“Toda vida perdida por um aborto é uma tragédia que todos devemos buscar prevenir através do trabalho conjunto”, disse Perry no último 24 de maio. Afirmou que com “esta importante lei se assegurará de que toda mulher no Texas que busca realizar um aborto conheça todos os fatores sobre a vida que leva e entenda o devastador impacto que tem esta decisão”.

A lei assinala que um médico deve realizar um ultra-som 24 horas antes de um aborto, exceto em casos de emergência médica, e mostrar a imagem à mãe, fazendo que ela escute os batimentos do coração do coração do feto.

Entretanto, a mulher pode optar por não ver a imagem ou escutar os batimentos do coração. Para isso deverá assinar uma declaração antes que se faça o ultra-som.

Também poderá negar-se a receber a explicação do ultra-som se a gravidez é resultado de um estupro ou incesto, se for uma menor de idade com permissão judicial para praticar o aborto ou se o feto tiver uma condição médica irreversível ou anormalidade.

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O presidente interino da organização VidaHumana Internacional (HLI por sua sigla em inglês), Dom Ignacio Barreiro Carámbula, expressou o protesto dos grupos pró-vida pela decisão do Arcebispado de Barcelona (Espanha), de exonerar o Pe. Manel Pousa “de suas evidentes responsabilidades canônicas” ao ter afirmado que pagou por abortos.

Conforme informa a agência de notícias Notifam, Dom Barreiro enviou uma carta a vários membros da Cúria Romana assinalando as preocupações de “muitos defensores pró-vida em nível mundial” pela decisão do Arcebispo de Barcelona, Cardeal Lluíz Martínez Sistach, com respeito ao Pe. Pousa.

Em 28 de fevereiro, o sacerdote publicou o livro “Padre Manel. Mais perto da terra que do céu”, no qual afirma que pagou por abortos ao menos a duas jovens e que também abençoou uniões homossexuais de presos. Além disso disse que está a favor do celibato “voluntário” e do sacerdócio feminino.

Sobre o aborto, o Pe. Manel disse que deu o dinheiro para que as jovens, que estavam decididas a abortar, pudessem fazê-lo em um centro de saúde.

Logo depois de uma investigação interna, em 18 de abril o Arcebispado de Barcelona informou que o sacerdote não estava excomungado “por não ter concorrido na intenção do delito (do aborto) e por não ter tido cumplicidade principal nos abortos já totalmente decididos e realizados por duas garotas em situação econômica muito precária”, e portanto não se aplicava o cânon 1398 do Código de Direito Canônico.

Entretanto, o canon 1398 estabelece claramente que “quem procura o aborto, se este for produzido, incorre em excomunhão latae sententiae”, quer dizer excomunhão de maneira automática.

Dom Barreiro afirmou que o Arcebispo de Barcelona ocasionou “um grave escândalo a inúmeras pessoas em nível mundial”. “Como pode uma pessoa ser considerada inocente de um crime se oferece o apoio econômico que se necessita para cometer este crime?”, perguntou.

O presidente interino da HLI disse que “é absurdo alegar que (o Pe. Manel) somente deu apoio econômico às mulheres, quem já tinha decidido que se submeteriam a um aborto, para que o mesmo se realizasse em circunstâncias mais salubres”.

“Um aborto pode ser praticado em condições salubres, bem sejam melhores ou piores, mas sempre é letal para os bebês. Assim que o Padre Pousa também é responsável pelas mortes destes dois bebês, dado que ele pagou pelos dois assassinatos”, acrescentou.

Não é a primeira vez que este sacerdote faz declarações polêmicas. Em 21 de fevereiro de 2008 o P. Pousa disse em um Jornal da Catalunha que “é certo que há uns princípios éticos, mas há razões que, por exemplo, levam a determinadas mulheres a abortar. Eu paguei por abortos”.

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“Doonby” é o novo filme do diretor Peter McKenzie, um thriller psicológico que narra a história de Sam Doonby, um misterioso homem que aparece em uma pequena cidade do Texas para evitar terríveis desgraças, e oferece como trama de fundo um profundo questionamento sobre tudo o que pode ser perdido com o aborto.

Neste filme independente, que ainda não encontra distribuidora nos Estados Unidos, Sam Doonby é interpretado pelo ator John Schneider. Seu personagem chega a bordo de um ônibus a Smithville e logo se faz famoso por seu talento musical.

Sam sempre parece estar no lugar certo no momento adequado para prevenir possíveis desastres, mas devido à inveja e a desconfiança de alguns, começam a indagar sobre seu passado e terão muitas surpresas.

Seus produtores afirmam que o filme é uma mistura de “Sexto Sentido” e a clássica “A felicidade não se compra” (It’s a wonderful life).

Mackenzie, diretor e roteirista, pensou em rodar Doonby há mais de 15 anos e assegura que sua intenção é que as pessoas se questionem sobre como a vida de cada pessoa pode afetar os que estão ao seu redor.

No filme debuta como atriz em um pequeno papel, Norma McCorvey, a mulher que impulsionou a despenalização do aborto nos Estados Unidos tomando o nome de Jane Roe no famoso litígio Roe vs. Wade, e logo se converteu em defensora da vida e abraçou o catolicismo.

Conforme informou The Hollywood Reporter, McCorvey atua como uma anciã que aconselha uma jovem grávida anão abortar.

Completam o elenco de Doonby atores como Jenn Gotzon, Ernie Hudson, Robert David e Joe Estevez. Para ver o trailer visite o site www.doonbythemovie.com

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O diretor executivo da fundação pró-vidaChiaroscuro, Greg Pfundstein, assegura que aqueles que defendem a existência de “um direito ao aborto estão sustentando uma falsa promessa, uma promessa que não pode cumprir-se”, pois para uma mulher que se submeteu a esta prática a “relação com a alma imortal de sua criança nunca poderá ser apagada”.

Em sua coluna publicada na seção de análise da agência ACI Prensa, Pfundstein analisa o livro “Dez formas de destruir a imaginação de seu filho, de Anthony Esolen”, que, com um tom irônico dá algumas luz sobre o “trabalho” dos abortistas que procuram eliminar as figuras do pai, da mãe e de Deus, para reduzir as meninos a um “amontoado de tecidos”.

“Devemos matar o pai e a mãe. Ainda não pudemos matar a mãe… tivemos muito mais êxito em matar o pai. Em muitas de nossas grandes cidades, é estranho encontrar uma criança que viva com seu pai” pode-se ler no livro de Esolen, no capítulo titulado “Reparta aspersões sobre o heróico e o patriótico”.

Pfundstein denunciou que “ao procurar absolver a mulher das conseqüências de seus atos, absolvemos o homem das conseqüências de suas ações e suas responsabilidades para com a mulher; absolvemos à família de sua responsabilidade para com a mulher e o homem; absolvemos à comunidade de sua responsabilidade para com a família”.

Dessa forma “matamos o padre e a mãe matando o bebê, e nos encontramos em um mundo no qual, em nossas principais cidades, a maioria das meninos nascem de mães que não se beneficiam da ajuda e da proteção dos pais”.

Por isso, Pfundstein assinala a necessidade de “encontrar formas para restituir uma imaginação saudável –além dos limites que nossa cultura busca de impor-nos – para que possamos simplesmente ver o que realmente está ao nosso redor”.

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Na semana passada, Pal Schmitt, presidente da Hungria, sancionou em lei uma polêmica nova constituição que inclui uma cláusula para a proteção da vida dos bebês em gestação “desde a concepção” e a definição do casamento como entre um homem e uma mulher.

Embora a nova constituição tivesse sido aprovada com facilidade no Parlamento da Hungria pela maioria governista, a aprovação ocorreu sem a participação do pequeno partido de oposição que saiu do Parlamento antes da votação.

O Conselho da Europa, funcionários da ONU e organizações não governamentais estão também questionando a legitimidade da nova Constituição à medida que a polêmica continua a se alastrar furiosamente por causa do conteúdo e processo pelo qual foi aprovada a Constituição.

Os grupos que defendem o direito de fazer aborto estão direcionando seus ataques contra o Artigo 2, que declara: “A vida do feto será protegida desde a concepção”. A empresa legal pró-aborto Centro de Defesa aos Direitos Reprodutivos, junto com a Anistia Internacional, está fazendo campanhas contra a cláusula, dizendo que levará a restrições no acesso ao aborto mediante reforma legislativa ou desafio constitucional.

A Anistia Internacional e muitos grupos homossexuais criticaram fazendo muitas críticas porque a constituição excluiu a orientação sexual das bases protegidas de discriminação e a cláusula que protege a definição do casamento porque poderia servir como base para proibir os “casamentos de mesmo sexo”, que eles argumentam viola os padrões antidiscriminação da Europa.

Além das questões sociais, os críticos deploram o que chamam de falta de transparência e o curto período de tempo de nove dias em que a Constituição foi aprovada no Parlamento.O Conselho da Europa incumbiu especialistas constitucionais com a tarefa de revisar a nova lei. Os especialistas da Comissão Veneza, um órgão consultivo independente, estão prontos para viajar para Budapeste neste mês e fazer um relatório para mandar para a Assembleia do Parlamento do Conselho da Europa para tratar das questões envolvendo o processo da elaboração da constituição.

Friday Fax de C-Fam fez a primeira reportagem sobre a Comissão de Veneza em 2008. A Comissão teve um papel de muito destaque no processo constitucional do Kosovo, promovendo com pressões uma versão preliminar da constituição que removeu toda proteção à vida dos bebês em gestação ao fornecer proteção apenas “a partir do nascimento”, incluiu a condição de não discriminação na base da “orientação sexual” e removeu referências a homens e mulheres em seu artigo sobre casamento. O parlamento do Kosovo acabou adotando a polêmica versão preliminar da constituição, mas removeu “a partir do nascimento” de seu artigo sobre direito à vida.

Roger Kiska do Centro Europeu para Lei e Justiça disse que estava “eufórico” com a nova Constituição da Hungria, chamando-a de uma vitória para a democracia, para a vida, para a família e para a Hungria. Kiska disse que considerou “vergonhosas” as tentativas feitas pelas instituições europeias de minar o governo húngaro, um governo majoritariamente aprovado pelo voto da população. “Espero que a Hungria permaneça forte em suas convicções porque o que está em perigo, a vida e a família, é um preço alto demais para se pagar simplesmente para se aplacar os burocratas de Bruxelas”.

O governo húngaro sustenta que a lei está inteiramente em sintonia com a carta fundamental de direitos humanos da União Europeia e argumentou que a reforma era necessária para se substituir o obsoleto documento “stalinista” que data de 1949. A nova constituição entra em vigor em 1 de janeiro de 2012.

Fonte: c-fam.org.

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Os meios de comunicação estão alvoroçados com os números da humanidade. Em algum momento durante a parte final deste ano ou começo do próximo ano — a data exata está ainda um pouco vaga — haverá, pela primeira vez na história, 7 bilhões de pessoas vivas no planeta ao mesmo tempo.
Especialistas já estão, com o maior estardalhaço, escrevendo sobre esse assunto em todas as partes. A revista National Geographic está aproveitando o ano inteiro para denunciar esse aumento nos números, provocando uma reação em cadeia de inúmeros artigos, vídeos dissimulados e fotos arranjadas avisando acerca dos desastres da “explosão populacional” que supostamente nos aguardam.
Outras organizações estão agindo na base do puro pânico também. Participantes de uma mesa-redonda na Associação Americana para o Avanço da Ciência, abandonando a objetividade científica em favor de uma ciência fajuta, reclamaram do crescimento exponencial da população e seus efeitos no meio-ambiente. Horas depois dessa reunião, a internet estava pegando fogo com manchetes assustadoras.
O Yahoo News nos avisou que o “Planeta poderá ficar ‘irreconhecível’ em 2050”.
O jornal iraniano Teheran Times gritou “Será que a humanidade conseguirá sobreviver com uma população de mais de 10 bilhões de pessoas?” (Que o Irã, graças a uma campanha nacional de esterilização organizada pelos aiatolás, esteja hoje tendo muito poucos filhos para manter a atual população parece ter escapado à atenção do jornal.)
No Instituto de Pesquisa de População, temos uma reação diferente para o bebê que marcará a passagem para sete bilhões de pessoas. Embora a população mundial tenha dobrado e então dobrado de novo no século passado, mais pessoas significam mais prosperidade. Os seres humanos estão atualmente mais ricos, mais saudáveis e mais instruídos do que nunca. A percentagem de pessoas aprisionadas na pobreza continua a diminuir.
Aliás, o que nos preocupa não é um futuro com excesso de filhos, mas com escassez. Os índices de natalidade em todos os continentes estão caindo. O fato é que os números nunca mais ficarão o dobro de novo, e é muito improvável que cheguemos mesmo a passar os 8 bilhões.
Se não fosse pelo aborto legalizado, é claro, já estaríamos em 8 bilhões. Pior do que alguma tribo primitiva, nós que nos consideramos modernos criamos o hábito de matar nossos filhos, e estamos fazendo essa matança num índice alarmante. De acordo com o relatório mais recente do Instituto Alan Guttmacher, há 42 milhões de abortos provocados no mundo inteiro a cada ano.
O relatório de 2011 desse instituto que está ligado à Federação de Planejamento Familiar também declara que o número de abortos foi ainda mais elevado no passado recente: “O número de abortos provocados diminuiu no mundo inteiro entre 1995 e 2003, dos aproximadamente 46 milhões para aproximadamente 42 milhões.
Cerca de uma de cada cinco gravidezes no mundo inteiro acaba em aborto provocado”.Nós realmente não sabemos quanta credibilidade dar a esses números. Afinal, o Instituto Guttmacher não tem nenhum meio de obter estatísticas exatas de muitos países com elevados índices de aborto. Só o governo chinês provavelmente realiza de 10 a 14 milhões de abortos por ano em suas mulheres. O total global real pode ser mais elevado do que 42 milhões.Mas vamos presumir que o Instituto Guttmacher esteja correto em termos gerais e fazer alguns cálculos simples. Com 40 milhões de abortos por ano, levaria apenas 25 anos para eliminar 1 bilhão de bebês.Considerando que o negócio do aborto realmente decolou por volta de 1960, provavelmente eliminamos quase o dobro desse número, ou dois bilhões de seres humanos em gestação.Pense nisso.
Durante os cinquenta anos passados, de forma silenciosa e sem fanfarra, em cidades e municípios comuns, em dezenas de países no mundo inteiro, talvez dois bilhões de bebês foram assassinados. Eles morreram sem que ninguém ficasse sabendo, muitas vezes sem que ninguém chorasse por eles, cujos assassinatos só são reconhecidos de vez em quando.O século XX foi o mais violento em qualquer medida. Trinta e sete milhões de pessoas foram mortas na 1ª Guerra Mundial. Mais de 60 milhões pereceram na 2ª Guerra Mundial. Seis milhões de judeus e outros seis milhões de católicos morreram nos campos de concentração de Hitler. Vinte milhões morreram nas mãos das autoridades soviéticas. Sessenta e cinco milhões de chineses foram assassinados pelo Partido Comunista, enquanto quarenta e dois milhões mais morreram de fome durante o Grande Salto para Frente de Mao. E assim por diante.Mas esses números ficam pequenos em comparação com o volume imenso de bebês que foram assassinados nesses últimos cinquenta anos.No mínimo, esse número de abortos provocados é um acontecimento demográfico de proporções gigantescas.
À medida que a raça humana celebra sua marca de 7 bilhões de membros neste outono, precisamos fazer uma pausa para nos lembrar do um ou dois bilhões que caíram — e ainda estão caindo — vítimas das facas cirúrgicas dos médicos aborteiros.Que eles descansem em paz.

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