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Archive for the ‘Ateísmo’ Category

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 Humanista lança “Bíblia” com filósofos e escritores no lugar dos profetas e apóstolos

O filósofo A C Grayling, novo presidente da Associação Humanista Britânica, resolveu escrever uma Bíblia sem falar sobre Deus e lançou The Good Book: A Humanist Bible [O Bom Livro: uma Bíblia Humanista]. Neste livro saem os profetas e apóstolos e entram os grandes filósofos e escritores.

“A ética humanista não pretende ser originada em uma divindade. (Eles) começaram a partir de uma compreensão solidária da natureza humana e aceitaram que há uma responsabilidade para que cada indivíduo lute pelos valores em que acreditam”, explica o autor.

O livro é sobre a experiência humana neste mundo, sem mencionar deuses, alma ou vida após a morte. Os textos analisam a sabedoria humana de todas as idades e lugares para oferecer consolo, inspiração, orientação, e causar uma reflexão sobre como viver uma vida boa.

The Good Book tem mais de 600 páginas dividas em capítulos e versículos, igual a Bíblia. Outra semelhança é que a obra inicia-se em um jardim, mas não é sobre a criação de Adão e Eva: é Isaac Newton e sua macieira.

Outra “mera coincidência” com as Sagradas Escrituras é que o livro traz uma versão secular dos 10 mandamentos: 1) Ame muito; 2) Busque o que há de bom em todas as coisas; 3) Não prejudique os outros; 4) Pense por si mesmo; 5) Seja responsável; 6) Respeite a natureza; 7) Faça sempre o seu melhor; 8 ) Informe-se; 9 ) Seja gentil e 10) Seja corajoso.

Ironicamente o livro foi lançado perto da data comemorativa dos 400 anos da tradução mais popular da Bíblia para a língua inglesa, a King James. E a divisão e o nome dos “livros” também lembra os da Bíblia: Gênese, Sabedoria, Parábolas, Concórdia, Lamentações, Consolação, Sábios, Canções, Histórias, Provérbios, o Legislador, Atos, Epístolas e o Bem.

Não há previsão de lançamento no Brasil, mas o livro custa cerca de 60 reais impresso ou 35 em formato digital na Amazon.

Fonte: Gospel Prime

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O perito em satanismo, Carlo Climati, denunciou que “a cada dia aumenta o número de jovens que se declaram seduzidos pelo diabo e a magia negra” com a ilusão de viver uma vida sem regras seguindo um “anjo rebelde”.

Em uma entrevista concedida no dia 5 de abril ao grupo ACI em Roma, Climati explicou que o satanismo “destrói aqueles valores universais que estão escritos no coração de cada ser humano”; cria confusão e “uma espécie de sociedade ao revés, onde o bem vira o mal e o mal vira o bem”.

Ele considerou que os jovens confundem o diabo com um “anjo rebelde”, e se deixam capturar “pela ilusão de uma vida aparentemente livre, sem regras”, por uma liberdade enganosa que os leva “a um estado de dependência e de escravidão”.

A moda satânica e do esoterismo se estende por todo mundo, “infelizmente, a sociedade moderna está com freqüência dominada pelo relativismo moral e isto favorece a difusão do satanismo”.

Climati explicou que freqüentemente, os jovens são “vítimas de uma solidão terrível, da incomunicação e de situações familiares difíceis”, e encontram no esoterismo uma “solução fácil e imediata para os seus problemas”, e o confundem com um jogo. “Nos últimos anos os jovens sofreram uma espécie de lavagem de cérebro que os empurra a não ter medo do mundo do ocultismo”, indicou.

O autor explicou à ACI Prensa que certa “música rock pode ser considerada ‘diabólica’ ou anti educativa”, e pode resultar “uma ponte entre o adolescente e o culto ao diabo”.

O “rock satânico”, disse, “reconhece-se facilmente pelos textos violentos e anti-cristãos”, e “pelas capas dos CDs que oferecem imagens sanguinárias e blasfemas”, disse o perito.

Do mesmo modo, considerou que a Internet e o meios de comunicação são freqüentemente perigosos para os “jovens psicologicamente frágeis”, que se divertem praticando “ritos que inventam depois de ter navegado na Internet ou depois da leitura de qualquer livro esotérico”, “infelizmente, às vezes, pode-se chegar a cometer atos de violência ou assassinato”.

Climati é responsável pelo escritório de imprensa do Ateneu Pontifício Regina Apostolorum, e recentemente participou do curso  ”Exorcismo e oração de libertação”, celebrado em Roma com o patrocínio da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos e da Congregação para o Clero.

No curso se deu a jovens sacerdotes ferramentas para que apóiem as famílias e diferenciar entre um modo rigorosamente científico o exorcismo como tema espiritual e teológico do fenômeno do satanismo, vinculado a aspectos mais sociais.

Fonte : ACI

 

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O jornal espanhol La Razón informou que mais de 60 000 pessoas já assinaram um pedido dirigido à nova delegada do Governo de Madrid, Dolores Carrión, para que proíba a “procissão atéia” convocada para a quinta-feira Santa na capital espanhola.

A plataforma cidadã HazteOír.org advertiu que os organizadores expressaram seu desejo de ofender os fiéis. O porta-voz do grupo chamado Ateus em Luta disse a uma emissora de Rádio que sua intenção é “castigar a consciência católica”.

Um pôster que promove o ato informa que a marcha recorrerá ruas cujos nomes foram tomados da tradição cristã.

Embora um pôster que convoca ao ato, assegura que participarão agrupamentos como “a Irmandade da Santa Pedofilia” e “a confraria do Papa do Santo Latrocínio”, a Associação Madrilenha de Ateus e Pensadores Livres, que figura entre os organizadores do evento, assinalou ao jornal La Razón que não se responsabilizam pelo pôster.

 

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A controversa cantora Lady Gaga seguidamente demonstra sua espiritualidade.

Esta semana ela levantou novamente essa questão ao falar sobre “Judas”, seu próximo single. Na música, ela aborda um relacionamento amoroso com Judas, o discípulo que traiu Jesus com um beijo e se matou depois. Gaga disse a um programa de rádio americano que o tema é “apaixonar-se sempre pelo homem errado”.

Em outra entrevista recente, revelou algumas frases da nova canção: “Quando ele vem até mim, estou pronta. Vou lavar seus pés com o meu cabelo se for preciso. Perdoá-lo quando sua língua mentir até não aguentar mais. Mesmo depois que ele me traia três vezes, vou derrubá-lo, um rei sem coroa.”

“Essa música fala sobre honrar sua escuridão para trazê-la para a luz. Você precisa olhar para o que está te assombrando e também aprender a perdoar a si mesmo para seguir em frente”, explicou Gaga.

O uso de referências bíblicas e temas espirituais não é nenhuma surpresa para a cantora de origem italiana que foi criada como católica. Hoje sua opção religiosa ainda permanece um mistério, mas ela acredita ser uma “escolhida de Deus”.

“Eu acredito que Deus se revela de muitas formas. Não acredito que nós sabemos como ele é, mas eu vejo Deus nos meus fãs. São eles o que eu adoro. Acredito que o que você adora não precisa de ser uma religião, uma instituição ou um certo tipo de Deus. Você só deve cultuar a sua fé “, disse ela em entrevista ao Google.

Esperando para exemplificar sua convicção, declarou: “Eu adoro os meus fãs. Eles são a minha religião. ”

Em uma entrevista ao programa de Larry King no ano passado, GaGa explicou: “Você poderia dizer que sou uma mulher muito religiosa, mas que está muito confusa em relação a religião. Eu sonho e imagino um futuro onde teremos uma religião mais pacífica e um mundo mais pacífico, com um estado de espírito mais pacífico para essa geração mais jovem. ”

Essa confusão de Gaga parece ser causada pelo preconceito e ódio de muitos grupos religiosos e igrejas que atacam abertamente aqueles que não se encaixam em um determinado modelo.

Recentemente, Lady Gaga reclamou de um piquete de cristãos em frente a um de seus shows. Eles estavam distribuindo panfletos no portão do local do show e entregaram um a ela.

O panfleto dizia: “Passe livre para sair do inferno”. Ao ler a mensagem, Gaga disse a ele: “Por que você está aqui fora deste ginásio, se tudo o que precisamos fazer é imprimir esses pequenos cartões para sairmos do inferno de graça?”. Ele respondeu: “Você vai para o inferno!”, Gaga pareceu não se importar e retrucou: “Então abram os portões do inferno, pois todos eles irão comigo!”. Logo depois explicou que era brincadeira, que fez isso só para provocar o rapaz do panfleto.

Abraçar todas as diferenças parece ser “o evangelho segundo Gaga”, que defende aceitação, positividade e amor. Brian Kirk, pastor e professor adjunto no Eden Theological Seminary,  é um dos que aplaude Gaga por sua habilidade de ecoar o amor incondicional de Jesus aos excluídos da cultura na música “Born This Way” ( Nasci assim)

“Eu não sei por que ao longo da existência da Igreja,  muitas vezes temos ignorado esta abordagem e preferimos abordar apenas a depravação e a pecaminosidade inata da humanidade. Muitas pesquisas  indicam que os jovens de hoje  identificam a Igreja não com uma mensagem de amor, mas de julgamento e de justiça própria. Não é à toa que alguns jovens preferem ver o Jesus das Escrituras espelhado mais na música popular do que na vida da Igreja. Lady Gaga fala diretamente àqueles que a Igreja condena, e oferece uma visão alternativa de um mundo sem julgamento. Não é muito diferente da visão do próprio Jesus de um reino de Deus centrado na graça e no perdão”

Por outro lado, o Dr. Seth Polk, pastor da Igreja Batista de Cross Lanes, acha a mensagem de Lady Gaga confusa e equivocada. Ele perguntou aos leitores do seu blog: “Será que estamos preparados para pensar claramente sobre o que acreditamos? Os cristãos estão adequadamente preparados para refutar esse pensamento confuso com a esperança do Evangelho? ”

Vendo a entrevista de Gaga a  Larry King, Polk percebeu que “muitas de suas crenças a respeito da religião eram comuns à cultura de hoje. Muitos acreditam que a religião e a Igreja são coisas completamente distintas. E que as pessoas podem ser religiosas  e espirituais, e escolher no que querem acreditar, e que não há um caminho único”.

O terceiro disco de Gaga, Born This Way será lançado dia 23 de maio. Até lá possivelmente outras polêmicas sobre seu trabalho e música surgirão. Afinal, como ela mesmo disse: “Gravarei muitas músicas que vão irritar algumas pessoas”.

Agência Pavanews, com informações de The Pop WorldChristian Post

 

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A plataforma civil espanhola HazteOir.org lançou uma campanha de mensagens à Delegação do Governo de Madrid para que as autoridades detenham a chamada “procissão atéia” que um grupo de não crentes pretende realizar na quinta-feira Santa para -conforme proclamam seus organizadores- “castigar a consciência católica”.

A auto-proclamada “procissão atéia” recorrerá o centro de Madrid por iniciativa dos seguintes grupos: Ateos en Lucha, la Asociación Madrileña de Ateos y Librepensadores y la asociación La Playa de Lavapiés. O grupo marchará percorrendo as ruas e praças que têm nomes inspirados nos símbolos da fé cristã, conforme anunciaram seus organizadores.

HazteOir.org recordou que o porta-voz de Ateos en Lucha (Ateus em Luta) afirmou no dia 24 de março em um programa de rádio que “nós somos um frente de idéias que existimos exclusivamente para castigar a consciência católica. Nosso propósito prejudicar as idéias das pessoas. Não nos andamos com contemplações”.

Os organizadores anunciaram por Internet que sua manifestação “incluirá a representação de Passos com nomes ofensivos e incultos como a ‘Irmandade da Santa Pedofilia’, a ‘Confraria do Papa do Santo Latrocínio’, entre outros.

Além disso, os organizadores ameaçaram dando um mau recebimento ao Papa Bento XVI quando vá em agosto para a Jornada Mundial da Juventude.

“Por si mesmos, estas declarações dos organizadores da procissão atéia podem ser constitutivas de delitos de ameaças e ofensas às crenças religiosas, todos eles tipificados no Código Penal”, advertiu HazteOir.org e solicitou aos cidadãos que peçam “à delegada do Governo que atue para impedir um novo ataque aos sentimentos e crenças dos cristãos”.

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Em 1996, sete monges da Ordem Cisterciense da Estrita Observância são raptados e assassinados em Tibhirine, aldeia aninhada na região argelina do Magrebe. É o culminar da escalada de violência que opõe o Grupo Islâmico Armado (GIA), extremista, ao governo que acusa de corrupto.

O impacto deste horrível desaparecimento, cujos contornos exatos estão ainda por esclarecer, estende-se até aos nossos dias, levado agora ao cinema sob direção do realizador francês Xavier Beauvois.

A obra, reconhecida com o Grande Prémio do Festival de Cannes e merecedora da forte e comovida chuva de aplausos que encheram o Palais des Festivals é uma extraordinária ode à fé, ao amor ao próximo e ao espírito de serviço que cumpre, em estilo e estrutura narrativa, o despojamento do seu sujeito.

Com efeito, é-nos dado comungar a forma abnegada como uma comunidade de homens lida com uma realidade adversa para a qual não contribui senão com a sua vocação de amor e dádiva. Uma vocação reafirmada ao arrepio das pressões externas para abandonarem a aldeia que servem à sua sorte.

Sem ceder a tentações sensacionalistas, Beauvois desvenda aos nossos olhos o dia-a-dia daquele pequeno mosteiro de Tibhirine, dos seus sete habitantes e da pacata população da aldeia local, induzindo progressivamente o adensar do contexto violento que involuntariamente envolve uns e outros.

Simples e acessível, a linguagem fílmica pretere o horror dos acontecimentos, trágicos, e da crescente violência, ao espírito com que aquela irmandade os enfrenta. Um espírito sustentado na sua extraordinária força e revitalizado na dúvida e fraqueza pela oração, pelo permanente desejo de união e comunhão, pelo tempo e oportunidade concedidos ao discernimento.

Mais que um nefasto episódio da história política ou religiosa, estamos perante uma obra que nos propõe um caminho, pela busca do verdadeiro sentido da vida: o que os sete monges sacrificados, na sua fé cristã, encontraram, e que Xavier Beauvois tão bem percorre, alumiando-o para crentes e não crentes.

Ecclesia

 

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