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Archive for the ‘Beato João Paulo II’ Category

O primeiro encontro foi quando eram jovens professores e partilhavam o vagão de trem que vai de Lublin a Cracóvia; o último, em um jantar no apartamento do Papa, em 21 de janeiro de 2005 um dia antes de ser internado pela última vez no Vaticano III, como ele chamava a Policlínica Gemelli.

Foram 30 anos de amizade e de apaixonadas discussões teológicas e sobre a Igreja, frequentemente sobre esquis, durante excursões na natureza e na neve. As lembranças são vivas na memória do cardeal Stanislaw Nagy, nascido em 1921, a quem João Paulo II nomeou cardeal sem antes ser bispo, como reconhecimento por seus estudos de eclesiologia.

Apesar do contato como colegas de universidade e mais tarde, quando Wojtyla era arcebispo de Cracóvia e o chamava para que o aconselhasse em questões de natureza teológica e para preparar os sínodos diocesanos, eu não me considerava ‘amigo’ dele afirma Nagy -, pois era muito grande a distância que nos separava, a meu ver.

Eu o considerava um homem muito inteligente, de capacidades excepcionais, marcado por um alto senso de moralidade. E não me achava capaz de alcançá-lo, porque ele estava muito mais alto que eu.

Fiquei sabendo da sua eleição recorda o idoso cardeal por meio da Europa Livre, a rádio clandestina, que estava mais surpresa que eu. Estávamos em Lublin e houve, entre os estudantes, uma grande explosão de alegria: nesse momento, percebi que o Wojtyla que eu conhecia se transformaria em outra pessoa.

Mas o futuro cardeal Nagy estava destinado a equivocar-se. Wojtyla o convidou a Roma para a consagração do novo arcebispo de Cracóvia, o cardeal Franciszek Macharski. Enquanto eu descia a escada do avião relata Nagy -, um homem se aproximou e me disse que eu estava convidado para jantar com o Papa, e depois me acompanhou até ele. Pela primeira vez, vi Wojtyla vestido de branco.

Ele estava igual a como era antes: simples, aberto, cordial, como o irmão que havia passado tantas horas comigo na montanha falando de qualquer tema e, ao mesmo tempo, estava cheio de majestade; dele emanava uma aura de seriedade e santidade.

É uma das perguntas que eu me faço continuamente afirma Nagy: em que momento eu percebi que estava tratando com um candidato aos altares? Acho que o primeiro indício foi a intensidade da sua oração.

Na montanha, eu havia conhecido sua natureza simples e aberta, mas ao mesmo tempo via como ele sempre procurava se retirar para rezar: já então era um místico. Esta impressão se fortaleceu nos sucessivos 26 anos de pontificado. Quando ele se aproximava do altar afirma Nagy, que pôde concelebrar com o Papa muitas vezes no Vaticano e na residência estiva de Castel Gandolfo -, parecia pertencer a outro mundo; e quando já estava idoso e sofria, essa transfiguração era ainda mais evidente.

Outro sinal que mostrava sua santidade era, também, a maneira de suportar o sofrimento, com infinita paciência, sem deixar que este interrompesse seu trabalho.

Não estive presente em sua morte prossegue Nagy -, mas, alguns dias depois, pude falar com testemunhas diretas que me contaram como foram os últimos momentos e quais foram suas últimas palavras ‘Deixem-me ir ao Pai’ -, que representam o selo de uma vida, porque toda a sua vida foi vivida no encontro com Deus.

(Chiara Santomiero)

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O Pe. Gabriele Amorth, sacerdote exorcista da diocese de Roma (Itália) e um dos mais conhecidos do ramo, assinalou à agência ACI Prensa que o agora BeatoPapa João Paulo II se converteu, nos últimos anos, em um poderoso intercessor na luta contra o demônio.

O Pe. Amorth tem 86 anos de idade e 70 000 exorcismos em seu experiência. O primeiro que disse na entrevista é que “o mundo deve saber que Satanás existe”.

Em seu pequeno e singelo escritório na zona sudeste de Roma onde realizou milhares de exorcismos, o sacerdote contou que às vezes invoca a ajuda de Santos homens e mulheres, entre os quais destaca João Paulo II, beatificado pelo Papa Bento XVI no último passado 1º de maio em Roma ante um milhão e meio de fiéis.

Durante os exorcismos, contou o sacerdote à agência em espanhol do grupo ACI, a ACI Prensa, “perguntei ao demônio mais de uma vez: ‘por que João Paulo II te dá tanto medo?’ E tive duas respostas distintas, ambas interessantes”.

“A primeira foi: ‘porque ele desarmou meus planos’. E acredito que com isso se refere à queda do comunismo na Rússia e na Europa do Leste. O colapso do comunismo”.

“Outra resposta que o demônio me deu foi ‘porque arrebatou a muitos jovens de minhas mãos’. Há muitos jovens que, graças a João Paulo II, converteram-se. Talvez alguns já eram cristãos mas não praticantes, e logo com João Paulo II voltaram para a prática”.

Ao ser perguntado sobre o intercessor mais efetivo de todos, o Pe. Amorth respondeu à ACI Prensa sem duvidar: “é obvio que a Virgem é a mais efetiva. E quando é invocada como Maria!”

“Uma vez perguntei a Satanás. ‘mas por que te assusta mais quando invoco a Nossa Senhora que quando invoco a Jesus Cristo?’ Respondeu ‘porque me humilha mais ser derrotado por uma criatura humana que ser derrotado por Ele”.

O sacerdote disse também que é importante a intercessão dos que ainda vivem através da oração. Os cristãos podem rezar pela liberação de uma alma, um dos três elementos que ajudam neste processo aos que se somam a fé e o jejum.

“O Senhor deu (aos Apóstolos) uma resposta que também é muito importante para nós os exorcistas. Disse que para vencer o demônio se necessita muita fé, muita oração e muito jejum: Fé, oração e jejum”.

O Pe. Amorth disse ademais que na luta contra o demônio é necessária “especialmente a fé, necessita-se muita fé. Muitas vezes também nas curas, Jesus não diz no Evangelho sou eu quem te curei. Diz, no entanto, você está curado por sua fé. Quer fé nas pessoas, uma fé forte e absoluta. Sem fé não pode fazer nada”.

O sacerdote membro da Sociedade de São Paulo explicou logo à ACI Prensa que “o diabo e os demônios são muitos e têm dois poderes: os ordinários e os extraordinários”.

“O poder ordinário é a capacidade de tentar o homem para distanciá-lo de Deus e levá-lo ao inferno. Esta ação se realiza contra todos os homens e as mulheres de todo lugar e religião”.

Sobre os poderes extraordinários, o Pe. Amorth indicou que estes se concentram em uma pessoa específica e existem quatro tipos:

“A possessão demoníaca para a qual se requer um exorcismo, o vexame demoníaco, como o que sofreu em reiteradas ocasiões o Santo Padre Pio de Pietrelcina que era golpeado fisicamente pelo demônio; as obsessões que levam a pessoa ao desespero; e a infestação, que é quando o demônio ocupa um espaço, um animal ou inclusive um objeto”.

O sacerdote alertou que estes fatos são pouco freqüentes mas estão em aumento. Também manifestou à nossa agência ACI Imprensa sua preocupação pela cada vez maior quantidade de jovens que são afetados por Satanás através das seitas, as sessões de espiritismo e as drogas. Apesar disso não se desalenta.

“Com Jesus Cristo e Maria, Deus nos prometeu que nunca permitirá tentações maiores que nossas forças”, assinalou.

Finalmente na entrevista o Pe. Amorth propôs uma breve guia a ser tomada em conta na luta contra Satanás:

“As tentações do demônio são vencidas sobretudo evitando as ocasiões, porque o demônio sempre procura nossos pontos mais fracos. E logo, com a oração. Nós os cristãos temos uma vantagem porque temos a Palavra de Deus, temos a oração e podemos rezar ao Senhor”, concluiu.

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Fiéis que visitarem até este domingo (15) a paróquia São Francisco de Assis, na Asa Norte, em Brasília, poderão ter contato com um relicário contendo uma gota de sangue do Papa João Paulo II, morto em 2005 ebeatificado no início deste mês.

A relíquia, enviada do Vaticano, chegou à paróquia há uma semana e, desde então, vem sendo exibida durante as missas. As celebrações deste domingo serão a última oportunidade para vê-la. A partir de segunda-feira, o objeto será guardado pelos franciscanos e, em breve, deve sair em peregrinação pelo país.

“Recebermos essa relíquia foi uma grande graça. Ela serve para nos aproximar das devoções da Igreja Católica e do próprio Deus”, disse o frei Luis Felipe Carneiro Marques, um dos responsáveis pelo relicário na paróquia.

Marques conta que a notícia da presença da gota de sangue na igreja levou ao aumento da presença dos fiéis nas missas. Ele conta que, durante as celebrações, o objeto fica em frente ao altar. Ao final, porém, ele é levado até o público.

Recebermos essa relíquia foi uma grande graça. Ela serve para nos aproximar das devoções da Igreja Católica e do próprio Deus”
Frei Luis Felipe Carneiro Marques, um dos responsáveis pelo relicário na paróquia

“Muitas pessoas tocam e até beijam o relicário”, contou o frei. Ele informou que a gota presente no relicário vem de uma amostra do sangue de João Paulo II retirada por freiras poucos dias antes de sua morte e que seria usada em um exame. Relíquias como a que está em Brasília foram enviadas também à Polônia, terra natal do papa, e à Rússia.

Segundo Marques, foi a amizade dos religiosos brasilienses com um frei que atua no Vaticano que viabilizou a vinda de uma das relíquias para Brasília. Ela ficará sob os cuidados da Ordem dos Franciscanos Conventuais.

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O Prefeito Emérito da Congregação para as Causas dos Santos no Vaticano, Cardeal José Saraiva Martins, recordou em entrevista concedida à agência do grupoACI em espanhol, a ACI Prensa, que aVirgem de Fátima, que a Igreja celebra hoje, foi quem salvou o Papa João Paulo IIno atentado que sofreu há 30 anos na Praça de São Pedro no dia 13 de maio de 1981.

“Todos recordamos com grande dor o dia 13 de maio de 1981, foi vivido com um grande sentimento de dor, mas também com um grande sentimento de gratidão à Virgem de Fátima que salvou a vida de João Paulo II, ele estava totalmente convencido de que não morreu aquele dia graças à proteção da Virgem de Fátima”, assegurou.

O Cardeal disse também à ACI Prensa que o Beato João Paulo II costumava dizer “a Virgem de Fátima desviou a bala que devia me ferir”.

Por isso, em 1982, “um ano depois, no aniversário do atentado, o Papa viajou a Fátima para dar a graças (à Virgem) por ter salvado a sua vida e para oferecer-lhe aquela bala que devia tê-lo levado à morte”.

Sobre a data da beatificação de João Paulo II, o Cardeal assinalou: “parece lógico, que a beatificação se produza no mês de maio mas por que no 1º de maio? Eu digo que a beatificação de João Paulo II tinha que ter lugar no dia do trabalhador porque João Paulo II antes de abraçar a carreira eclesiástica foi um operário na pedreira”.

“A festividade de 1º de maio não foi só a beatificação de um Papa, mas sim de um operário e por isso o Dia do Trabalho (e de São José Operário) era o dia mais indicado para a beatificação do Papa Wojtyla, porque ele foi um grande trabalhador, um grande operário”.

O Cardeal afirmou também na entrevista com a ACI Prensa que “é muito importante celebrar a fé da Virgem de Fátima e também recordar e viver aquelas importantes mensagens que esta Virgem branca trouxe não só a Portugal, mas a todo mundo”.

“A Virgem é nossa mãe, que veio a Fátima para nos recordar alguns pontos do Evangelho muito importantes”, acrescentou.

O Prefeito Emérito comentou que celebra esta festa com muito carinho, que reúne cada ano em seu santuário em Portugal entre 500 000 e 600 000 fiéis, porque “dizem que Fátima é o altar do mundo, mas eu digo que também é a cátedra do mundo, porque a Virgem ensinou e continua ensinando muitas verdades”.

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PAPA JOAO PAULO II

A beatificação de Karol Wojtyla, o Papa João Paulo II, seis anos após sua morte, só não foi mais rápida que a da Madre Teresa de Calcutá, que ocorreu cinco anos depois do falecimento da religiosa, em 1997. Qual o motivo de tanta pressa? Quem responde é o crítico voraz da Igreja Católica, o britânico David Yallop, autor dos livros “Em nome de Deus”, que trata da misteriosa morte do Papa João Paulo I, 33 dias após ser proclamado chefe da Igreja, e “Poder e Glória”, sobre o lado obscuro do papado do recém-beatificado Karol Wojtyla.

Defensor da tese de que João Paulo I foi assassinado porque queria acabar com a lavagem de dinheiro feita por meio do Banco do Vaticano, que investigou em seu livro, Yallop acredita que Karol Wojtyla, o seu sucessor no comando da Santa Sé, era corrupto, leniente com a pedofilia e extremamente político. Católico, o autor britânico ainda persiste em sua fé e, mesmo discordando do conservadorismo do Vaticano, afirma que até frequenta igrejas, por mais que nunca vá a missa. “É estranho, mas eu acredito no poder da reza”, conta.

O que o senhor achou da beatificação de Karol Wojtyla?
Pelos próprios parâmetros do Vaticano, está havendo muita pressa no julgamento disso. De fato, é a primeira vez desde que ele morreu que uma pessoa recebeu o benefício da remoção do que eles costumavam chamar de “advogado do diabo”, ou seja, um clérigo sênior que era nomeado para tomar uma posição bem crítica em relação a todas as provas que fossem reunidas para que qualquer pessoa seja considerada para a beatificação. Mas (essa posição) foi abolida, ironicamente por João Paulo II. Então, ele se beneficiou de sua própria decisão. Aliás, este é o homem que criou mais santos no curso de seu papado, de 1978 até 2005, que todos os papas antes dele juntos.

Por que essa pressa?
Do momento em que ele se tornou papa, as mentiras e as desinformações começaram. É dito que ele se comportou de forma corajosa durante a Segunda Guerra Mundial e que salvou as vidas de muitos judeus. Isso não é verdade. E dito que ele sofreu muito durante a guerra, trabalhando em condições de escravo. Isso não é verdade, ele tinha um trabalho assalariado, pago pelo Reich… Eu acho que o Bento XVI foi obrigado a fazer isso pelas pessoas a seu redor. Você lembra quando o João Paulo II morreu, teve aquela grande erupção na Praça de São Pedro pedindo para beatificá-lo imediatamente. Então, com menos de dois meses depois de sua morte, eles já haviam começado o processos. Não se tem notícias sobre algo assim! Mas eu acho que o que eles temiam eram pessoas como eu e das coisas que nós descobrimos e tornamos públicas.

Em seu livro o senhor denuncia a corrupção no Vaticano. O que lhe faz pensar que João Paulo II fazia parte dela?
João Paulo I, Albino Luciani, deixou foi uma série de ações que ele ia começar a implementar, ele ia tirar pessoas do Banco do Vaticano, tirar alguns padres ecardeais corruptos. E ele disse ao seu secretário de Estado, um homem chamado Cardeal Jean Villot, o que ele pretendia fazer e o cardeal ficou muito chateado com isso e ele (João Paulo I) disse que era o papa e podia fazer o que quisesse, e foi para a cama e morreu. E, se ele tivesse vivido, aquelas coisas seriam postas em seus lugares na manhã seguinte. Quando Wojtyla tomou poder, mais ou menos um mês depois, foi falado a ele muito precisamente que mudanças eram essas que Luciani queria fazer, mas ele não queria saber de prosseguir aquele caminho. Então, isso te diz alguma coisa sobre sua reação à corrupção.

Por que ele não mexeu nisso?
Ele tinha uma visão de que a Igreja não lavaria o seu linho sujo em público. Ele dizia que tinha um quarto especial em cada casa, falando solidamente sobre a Igreja Católica, onde as pessoas deveriam ir para discutir esses assuntos e que eles não deveriam deixar aquele quarto, o quarto secreto, como ele chamava.

Mas João Paulo II é aclamado pela comunidade internacional…
Eu não estou dizendo que este homem não fez boas ações, mas ele também fez más ações. Ele encobriu escândalos de pedofilia na Igreja. Foi primeiro chamado à atenção dele em 1984 ou 1985 por três homens, dois deles padres e outro advogado, que estavam muito preocupados com a pedofilia nos Estados Unidos. Eles haviam criado um documento, de 100 páginas, do qual eu tenho cópia, que era o caminho que a Igreja deveria tomar em relação a isso. Este não era um documento que pregava tolerância zero sobre o abuso de crianças. Este era um documento para proteger a Igreja, dizendo “olha, se você não tomar essas providências para impedir os padres que abusam de crianças, você vai quebrar financeiramente”. Eles previram que custaria à Igreja algo como US$ 2 bilhões. Falando em número hoje, custou ao Vaticano US$ 10 bilhões, para pagar às vítimas.

Por que a aclamação de seu papado, então?
No momento em que ele morreu, ele era um dos homens mais populares do planeta. O que me deixa muito chocado é que se você pedisse para as pessoas que o ouviram falar para citar qualquer coisa que ele tenha dito, ou como os afetou… Era como se ela tivessem ido a um show de pop. Elas gostavam do espetáculo e depois seguiam com a vida. Lembravam daquele momento porque ele era um homem muito carismático. Ele podia falar mais de 50 línguas – não muito bem, mas o suficiente para falar feliz natal -, mas não escutava em nenhuma. Era um homem muito dogmático.

E o que o senhor acha do papado de Bento XVI até agora?
Eu acho que ele prova que há vida após a morte, porque é como o Papa João Paulo II novamente. Um homem que é rígido, um homem que é tão hostil à homossexualidade, tão hostil aos contraceptivos, hostil a tantas coisas que o senso comum diz… Você tem que voltar ao início de tudo e dar outra olhada. Porque a maioria das coisas que eles apoiam e pregam não tem nada a ver com as origens da fé. Você não achará nada no Novo Testamento que dirá que você não pode ter um relacionamento homossexual.

E o senhor é católico ainda assim?
Eu me descreveria como um católico pensante, representante de uma minoria. A maioria deles não é pensante. Eles estão seguindo porque são treinados, condicionados quando crianças. Existem pedaços da fé, como um estilo de vida, e não estou falando da doutrina e dos dogmas, mas do que Cristo nos ensinou, que são maravilhosos. Mas estamos longe disso agora. Se Jesus Cristo fosse para uma reza agora nos portões de Sant’anna, em Roma, ele não conseguiria passar, seria preso.
E você acredita em milagres?
É estranho, mas eu acredito no poder da reza. Eu já vi funcionar. Mas o negócio dessa mulher que supostamente foi curada por João Paulo II… Eu acho que é uma fantasia. Talvez ela não tenha sido diagnosticada direito para começar.

E ele vai conseguir seu segundo milagre, necessário para a canonização?
Nada é mais certo.

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A Comunidade Canção Nova e a mantenedora do Sistema Canção Nova de Comunicação, a Fundação João Paulo II, promovem no próximo dia 08/05, às 18h, em Cachoeira Paulista (SP), um encontro com os representantes da Igreja no Brasil em homenagem à beatificação do Papa João Paulo II, realizada no último domingo, 1º de maio.

Será uma noite de encontro da Canção Nova com a comunidade eclesial no Brasil, onde será celebrada a memória do papa comunicador, que deixou um legado inestimável para a Igreja nos seus 26 anos de pontificado. Entre os presentes à homenagem estarão o Núncio Apostólico, Dom Lorenzo Baldisseri, os cardeais Dom Odilo Pedro Scherer, Dom Cláudio Hummes e Dom Raymundo Damasceno Assis e o presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Geraldo Lyrio Rocha

Mais de 100 bispos de diferentes estados são presenças confirmadas no evento que terá transmissão ao vivo pela TV Canção Nova.  “A Igreja toda está em festa pela beatificação e nós somos Igreja. Por isso é mais do que justo a Comunidade Canção Nova e a Fundação João Paulo II celebrarem este momento através dessa singela homenagem aos nossos representantes perante a Santa Sé”, afirma o diretor-executivo da Fundação João Paulo II, Filipe Garcez Jardim.

A TV Canção Nova possui 350 retransmissoras. Seu sinal atinge todo o território nacional  por parabólica, além de TV por assinatura (Sky canal 24, via Embratel canal 119 e Oi TV canal 9) e operadoras de TV a cabo. Em algumas cidades é possível sintonizar a TV Canção Nova em canal aberto e pela NET. É possível, ainda, assistir à TVCN ao vivo através do portal tv.cancaonova.com.

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Pela ocasião da beatificação de João Paulo II, o Vaticano faz uma homenagem realizando uma página web (www.joaopauloii.va) que acompanhará a jornada de 1º de maio percorrendo a vida do Papa através de alguns momentos mais significativos da sua história e do seu pontificado.

Segundo a Rádio Vaticano, o site foi realizado privilegiando a força e a espontaneidade das imagens. No site estão presentes 500 fotos, 30 vídeos e 400 frases em seis idiomas, num total de 2.400 frases.

Em recordações do pontificado, as imagens estão divididas em temas (por exemplo, crianças, jovens, eleição, atentado, jubileu etc.) e cada tema é apresentado na forma de um ‘livro’ de imagens a ser folheado. Cada imagem é acompanhada por uma frase de João Paulo II.

A seção dedicada ao pontificado ano por ano é composta exclusivamente por vídeos. Também, uma das seções do site é dedicada exclusivamente às orações do Papa Wojtyla, indica a RV em português.

Todo o evento da beatificação poderá ser acompanhado ao vivo graças ao streaming colocado à disposição no próprio site.

O site foi projetado para todos os tipos de tecnologia, desde computadores a smartphones, uma característica tecnicamente complexa na realização mas fundamental para consentir a máxima utilização, principalmente por parte dos peregrinos, que poderão ter acesso à página de qualquer lugar e com qualquer um dos dispositivos, para acompanhar as jornadas da beatificação, seguindo os eventos através das imagens e das palavras do Beato João Paulo II, e rezando com ele.

Além do Serviço Internet do Vaticano e da Direção das Telecomunicações, este projeto contou com a participação de outras Instituições do Vaticano: o Serviço Fotográfico do L’Osservatore Romano, que colocou à disposição o arquivo fotográfico, a Rádio Vaticano e o Centro Televisivo Vaticano para os vídeos presentes, a Libreria Editrice Vaticana pelo livro Tríptico Romano que forma uma seção do site, a Sala de Imprensa e o Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, a Opera Romana Pellegrinaggi e a Congregação para a Evangelização dos Povos.Neste site aum link direto com essa homenagem emocionante ao Beato João Paulo II CLICK NA IMAGEM AO LADO E VEJA ESSA HOMENAGEM LINDA.

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