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Archive for the ‘BRASIL’ Category

SÃO PAULO, 23 Nov. 11 (ACI) .- Segundo informou a Folha de São Paulo, o Ministério Público Federal em Guaratinguetá (SP) entrou com duas ações civis públicas pedindo a anulação das concessões da TV Canção Nova e da TV Aparecida, realizadas em 1997 e 2001, respectivamente.

O pedido ocorre logo depois do anúncio oficial da retirada dos programas conduzidos por personalidades envolvidas na vida política, incluindo um membro do partido do governo (o PT), o deputado estadual Edinho Silva e o deputado Federal Gabriel Chalita (PMDB).

A razão alegada pela Procuradoria é que “as concessões outorgadas pelo Ministério das Comunicações à Fundação Nossa Senhora de Aparecida, mantenedora da TV Aparecida (canal 59-E), e à Fundação João Paulo 2º, mantenedora da Canção Nova (canal 35-E), ocorreram “sem a observância de processo de licitação obrigatório para concessão de serviço público”, previsto pela Constituição de 1988″.

Para o procurador da República Adjame Alexandre Gonçalves Oliveira, somente a licitação dos canais educativos permitiria à administração pública selecionar a entidade mais capacitada tecnicamente e que apresente o melhor projeto educacional.

Gonçalves afirma à Folha de São Paulo que o pedido de cassação das concessões não tem nenhum vínculo com o tipo de conteúdo transmitido pelas emissoras, “mas com o fato de terem sido outorgadas sem licitação, o que põe em xeque a utilização democrática e transparente desse meio de comunicação, que é eminentemente público”.

A Folha explica que “segundo as ações, a ausência de licitação anula todos os atos posteriores, principalmente, o contrato de concessão firmado entre a União e a entidade interessada. O Ministério das Comunicações afirmou que até julho deste ano a concessão de licenças para TVs educativas não dependia de licitação”.

As duas emissoras foram classificadas como educativas, conclui a nota da Folha de São Paulo.

Em sua página institucional a TV Aparecida afirma que “sua programação demonstra sua própria missão: valorizar o humano ao caminho do divino, assim, celebra diariamente a fé em seus conteúdos religiosos, e ao mesmo tempo também oferece uma diversidade de programas culturais, educativos e jornalísticos, demonstrando seu cuidado e parceria em construir pessoas”.

Segundo a descrição do site da TV Canção Nova, em seus 22 anos de existência “foi se formando uma programação, baseada nos valores e princípios cristãos, bem diferente no cenário televisivo, começando pelo fato de ser uma emissora que se mantém sem propagandas comerciais”.

“Programas de todos os formatos, estilos e temas: espiritualidade, jornalismo, programas infantis, eventos, entrevistas, debates, música, entretenimento, cultura e programas promocionais” são exibidos por este canal que constitui “a maior emissora de televisão católica do Brasil”, afirma o site da CN.

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A direção da Regional Nordeste 2, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil–CNBB, que congrega vinte e uma dioceses dos estados do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas fez uma visita de solidariedade ao bispo de Crato, dom Fernando Panico. A comitiva foi composta pelo arcebispo de Maceió (AL), dom Antônio Muniz Fernandes, e pelos bispos de Campina Grande (PB), dom Jaime Vieira Rocha e de Palmares (PE), dom Genival Saraiva de França. Como é do conhecimento público, o bispo de Crato foi alvo de aleivosias postadas na Internet, através de um blog elaborado a partir da cidade de Brasília – DF.

 
Na manhã desta terça-feira, dia 1º, os três bispos dirigentes da CNBB-Nordeste 2 concederam entrevista coletiva na Faculdade Católica do Cariri. Profissionais da imprensa, representantes de emissoras de rádio e televisão, além de jornais e sites informativos da Internet cearense estiveram presentes à entrevista. Três emissoras de rádio da capital alagoana também se juntaram ao pool da mídia e retransmitiram o evento que foi comandado pela Rádio Educadora do Cariri, com mediação do jornalista Antônio Vicelmo.
 
Durante mais de uma hora os bispos dirigentes da CNBB-Nordeste 2, abordaram a missão pastoral do bispo de Crato, dando ênfase a sua dimensão missionária e ao apoio que dom Fernando vem dando às romarias de Juazeiro do Norte. Para dom Genival, “Somente pela atenção dispensada por dom Fernando na literatura e na prática pastoral às romarias e ao lugar, Juazeiro do norte, a sua presença episcopal na diocese já é um diferencial”, pois segundo dom Jaime “A nação romeira é marcada pela presença dos mais pobres, que precisam ser acompanhados, valorizados, amados e acolhidos”, e para tanto contam com o zelo de dom Fernando em organizar as romarias.
 
O arcebispo de Maceió, dom Antônio Muniz Fernandes salientou de maneira especial a história eclesial da diocese de Crato que é rica em tradição missionária, destacando a participação da ação evangelizadora do Padre Ibiapina e do Padre Cícero. Ambos vieram – nas palavras de dom Genival – “Manifestar o testemunho de fraternidade e de solidariedade… algo que deve estar permanentemente internalizado em nossas vidas”.

 

Depois de responder às perguntas dos jornalistas e radialistas presentes, os três bispos encerraram a entrevista e ouviram o agradecimento emocionado de dom Fernando Panico. Este afirmou encontrar-se com o coração agradecido a Deus, aos seus diocesanos e aos seus irmãos no episcopado pelo apoio e solidariedade recebidos num momento de incompreensão isolada. E afirmou que eventuais ações isoladas não irão prejudicar o seu relacionamento e diálogo que vem mantendo com todos os seguimentos sociais que compõe a Igreja Particular de Crato.

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 Arquidiocese de São Paulo dá destaque ao tema da paróquia neste ano

SÃO PAULO- As paróquias “precisam fazer, como pede a Igreja, uma decidida ‘conversão pastoral e missionária’ de suas pessoas, organizações e estruturas pastorais”, afirma o arcebispo de São Paulo, cardeal Odilo Scherer.

A arquidiocese de São Paulo divulga estes dias entre os fiéis a Carta Pastoral “Paróquia, torna-te o que tu és”, assinada por Dom Odilo e entregue ao clero no dia 15 de fevereiro. Ela trata do destaque pastoral para 2011 na arquidiocese.

“Queremos perguntar-nos sobre como está a nossa paróquia e o que pode ser feito para que ela seja uma verdadeira comunidade de discípulos missionários de Jesus Cristo na cidade de São Paulo”, afirma Dom Odilo, em artigo veiculado no jornal O São Paulo.

“A paróquia é, na expressão local e concreta, aquilo que a Igreja é no seu todo. Na paróquia, a Igreja manifesta, de maneira próxima e perceptível, a sua vida e sua missão.”

“Ela é uma comunidade organizada de batizados, de bens espirituais, simbólicos e materiais, de organizações e iniciativas, que fazem a Igreja acontecer num determinado espaço e contexto”, explica o arcebispo.

Se a paróquia vai bem – prossegue o cardeal Scherer –, “a Igreja ali também vai bem; e se a paróquia vai mal, ali a Igreja vai mal. A Igreja poderia ficar reduzida a uma série de estruturas, instituições e organizações, sem chegar às pessoas concretas se as paróquias não vivessem bem sua identidade e sua missão, como comunidades vivas e dinâmicas”.

Dom Odilo considera que a renovação da paróquia “é essencial para que nossa arquidiocese”. Primeiramente, propõe-se “uma profunda tomada de consciência daquilo que dá sentido à existência da paróquia e o que ela é chamada a ser. Se for vista com os olhos da fé eclesial, a paróquia é uma realidade bonita, abençoada e preciosa”.

Hoje – assinala o arcebispo – “precisamos fazer alguns passos para ir além da preocupação com a conservação daquilo que somos e temos”.

As paróquias “precisam fazer, como pede a Igreja, uma decidida ‘conversão pastoral e missionária’”. “É necessário adotar uma nova atitude e preocupação, que traduza um claro objetivo missionário”.

Bem mais que uma realidade jurídica e burocrática, apenas – afirma Dom Odilo –, a paróquia “é o rosto mais visível e concreto do Mistério da Igreja, ‘sacramento da salvação’ no mundo; é uma comunidade de fiéis congregados em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, vivendo a fé, a esperança e a caridade”.

“Ela está unida em torno de Cristo, presente sacramentalmente na Eucaristia e nos demais sacramentos, na Palavra de Deus proclamada e acolhida com fé, nos pobres, doentes, sofredores e toda pessoa servida com amor, em nome de Cristo.”

A assembleia eucarística “é a expressão mais visível da Igreja, reunida ainda hoje em torno de Jesus Cristo Salvador, Senhor e Pastor da Igreja, representado pelo ministro ordenado, que está no meio dela e à sua frente para servi-la e conduzi-la na caridade”.

Na paróquia – afirma o cardeal –, “a Igreja inteira se expressa e realiza a missão recebida de Cristo: anunciar e acolher a Palavra de Deus; testemunhar a vida nova recebida no Batismo, buscando a santidade; viver a caridade pastoral, a exemplo e em nome de Jesus, Bom Pastor”.

A paróquia “é a ‘comunidade missionária dos discípulos de Cristo’ no meio do mundo. É comunidade de pequenas comunidades, famílias, pessoas, grupos, organizações e instituições, que testemunham a variedade, a riqueza e a beleza dos dons de Deus e estão a serviço da missão recebida de Cristo”.

A paróquia – destaca Dom Odilo – “é a Igreja ‘na base’, célula viva do Corpo de Cristo, onde a maioria dos batizados tem a possibilidade de fazer uma experiência concreta do encontro com Cristo e da comunhão eclesial”.

Fonte: http://www.zenit.org

Na internet, Carta Pastoral “Paróquia, torna-te o que tu és”: http://www.arquidiocesedesaopaulo.org.br/Carta_pastoral/01.htm

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O novo Administrador Apostólico da Arquidiocese de Brasília, Dom Waldemar Passini Dalbello

O Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Goiânia, Dom Waldemar Passini Dalbello, foi nomeado Administrador Apostólico da Arquidiocese de Brasília. A informação foi dada na tarde desta quinta-feira, 17, pela Assessoria de Comunicação da Arquidiocese de Goiânia. De acordo com a arquidiocese, a nomeação foi feita pela Congregação para os Bispos.

Dom Waldemar vai conduzir a Arquidiocese de Brasília até ser indicado o sucessor de Dom João Braz de Aviz, que deixou a arquidiocese ao ser nomeado prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica. Dom João se despediu da arquidiocese no domingo, 13.

Antes de ser sagrado bispo, em março do ano passado, Dom Waldemar pertencia ao clero de Brasília, em cujo seminário fez seus estudos de filosofia e teologia. Ele tem mestrado em Ciências Bíblicas pelo Pontifício Instituto Bíblico de Roma.

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O menino que furou o bloqueio e chegou perto do papa Bento XVI é brasileiro. O nome dele é Marcos Afonso, tem 7 anos e mora em Porto Velho, Rondônia. O garoto chegou na sexta-feira (4) da Itália, onde estava com os pais, e foi recebido como um pequeno herói.

O menino atrapalhou o protocolo das cerimônias papais na quarta-feira (2), ao correr subitamente na direção de Bento XVI em sua tribuna durante uma audiência semanal.

A criança, segundo testemunhas, se apresentou diante do pontífice quando as delegações de peregrinos de língua portuguesa que assistiam à cerimônia na sala Paulo VI eram anunciadas.

Cerca de 3 mil pessoas participavam da audiência, segundo o Vaticano.

O menino recebe a bênção de Bento XVI
O menino se aproxima do papa… (Foto: Reuters)

O menino recebe a bênção de Bento XVI
… olha para o lado… (Foto: Reuters)

O menino recebe a bênção de Bento XVI
… recebe a bênção de Bento XVI… (Foto: Reuters)

O menino recebe a bênção de Bento XVI
… e é retirado. (Foto: AFP)

Bento XVI sorriu para o menino, vestido com um casaco de listras amarelas e negras, e trocou algumas palavras com ele antes de dar-lhe a bênção.

A cena provocou risos e aplausos dos peregrinos, que viram quando o monsenhor Georg G¤nswein, secretário do papa, percebeu a movimentação e com um gesto discreto para as forças de segurança permitiu que ele fosse até Bento XVI.

 

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ELO HORIZONTE, sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011  – O que se oferece em um espetáculo com o Big Brother “é digno de lástima”, afirma o arcebispo de Belo Horizonte, Dom Walmor Oliveira de Azevedo.

Em um artigo intitulado “A celebridade é frágil”, divulgado à imprensa nesta sexta-feira, o arcebispo afirma que pode parecer “um despropósito a abordagem conjunta sobre celebridade e doença”.

“Particularmente quando se pensa na pessoa célebre como alguém com potência de força, seja física, esportiva, artística ou política – condição contrária à fragilidade do doente. No entanto, a condição humana pode hospedar, num tempo ou noutro, cedo ou tarde, força e fraqueza.”

Dom Walmor recorda que “ninguém é poderoso sempre, possui tudo sempre, tem força física sempre. E mais, ninguém está imune ao sofrimento e à dor, seja na própria vida, na família ou nas instituições que frequenta”.

“Essa verdade, que constantemente deve ser considerada, devolve cada um à realidade da sua condição de ser humano. Pela força da sabedoria, demove do orgulho e da soberba, além de corrigir o coração e a inteligência de toda indiferença causadora da falta de solidariedade, que impede a igualdade e perpetua as discriminações.”

“A consideração da fraqueza que se hospeda no ser humano, seja no enfermo, no pobre, no outro que pode menos, tem sido ofuscada, ilusoriamente, pela apelação das disputas e apegos pelo poder”, afirma.

“Não menos, e de modo imoral – prossegue o arcebispo –, seduzindo multidões e tirando, como caça-níqueis, o seu dinheiro, por meio de espetáculos questionáveis, como é o caso do Big Brother.”

“Na verdade, sob o apanágio do poder e dos momentos de celebridade, mesmo com a exposição do próprio corpo, da privacidade e dos desejos escondidos de ter e poder mais, o que se oferece em tal espetáculo é digno de lástima.”

Dom Walmor considera que ali se assiste a um show que “mostra a fragilidade humana, a falta de valores e do sentido de dignidade e respeito”.

“Voltar o olhar para quem precisa, especialmente, o doente contracenando com a condição de celebridade, é um exercício educativo, oportuno na vida de qualquer um”.

“Seja para os jovens de modo a não viverem na ilusão e chegarem despreparados ao lugar e à condição que todos chegam, ou os adultos, no auge da ascensão e conquistas, para que o orgulho e a soberba não os derrubem, com celeridade inusitada, dos postos e funções de um momento glorioso e passageiro.”

Nesta semana que antecede o Dia Mundial do Doente, Dom Walmor convida a visitar os enfermos no hospital, em casa, nos asilos, casas de repouso ou nas clínicas e abrigos.

“Que crianças, jovens, adultos e velhos, com reverência traduzida em gestos de solidariedade, ofertas e presença consoladora, sejam um apelo para que haja mais investimentos em saúde, com boas estruturas médicas para todos, em especial os mais pobres e sofredores.”

“Vale lembrar as palavras de Cristo para o juízo final, ao falar da garantia para a participação no Reino de Deus: ‘Estive doente e me visitastes’”, afirma o arcebispo.

Fonte: Zenit

 

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A cidade de Crato (Ceará, nordeste do Brasil) acolhe de 30 de janeiro a 4 de fevereiro a 22ª Assembleia Nacional da ASLI (Associação dos Liturgistas do Brasil).

A ASLI tem programado um caminho em três etapas de aproximação ao 50° aniversário da Constituição Sacrosanctum Concilium, do Concilio Vaticano II.

Neste primeiro evento, se buscará refletir sobre as raízes históricas, culturais, teológicas e pastorais da Sacrosanctum Concilium. Em 2012, se resgatarão os eixos essenciais da SC em conexão com os outros documentos conciliares. E em 2013, se fará uma releitura crítica de todo o processo da receptio da SC, apontando desafios para o futuro na vida da Igreja.

O evento dos próximos dias, intitulado A caminho dos 50 anos da Sacrosanctum Concilium: raízes  históricas e teológicas da Constituição, tem assessoria de Dom Emanuele Bargellini, osb cam, e Frei José Ariovaldo da Silva, ofm.

Fonte:  Zenit

 

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