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Archive for the ‘Fim Dos Tempos’ Category

Jorge ferraz

A Amy Winehouse foi encontrada morta em Londres Provavelmente as únicas músicas que ouvi da garota foram as que, indistinguíveis, nos chegam aos ouvidos no meio da poluição sonora das cidades; não seria capaz de me lembrar, agora, de nenhuma delas. Mas o que me espantou foi saber que a Amy, morta aos 27 anos,“seguiu o mesmo roteiro trágico de outros ídolos mundiais da música pop, como Janis Joplin, Kurt Cobain, Jim Morrison e Jimi Hendrix”Porque do Nirvana e do The Doors eu sei, sim, algumas músicas. E aí, de repente, a morta precoce da jovem cantora inglesa passa a ter alguma coisa a ver comigo: quando menos, me faz lembrar de algumas bandas que eu escutei na minha adolescência. Faz-me lembrar de algumas mortes pelas quais eu já me interessei. E, em última instância, faz-me pensar na morte, que é coisa muito útil e muito santa de se fazer.

Vinte e sete anos! É a minha idade. E, por mais que a Florbela diga “tenho vinte e três anos! Sou velhinha!”, o fato é que… não é uma vida avançada em anos, da qual se possa dizer que foi longeva. Morrer aos vinte e poucos (ou mesmo aos vinte e muitos) é humanamente uma tragédia, é uma interrupção precoce de uma vida que – como no fundo todos esperamos – poderia ter dado mais a si própria e ao mundo.

Talvez haja quem diga que “foi intensa”. No caso da Amy (ou da Janis ou do Kurt), eu diria antes que foi fútil e vazia. Sim, a garota provavelmente gastou até os vinte e sete anos muito mais dinheiro do que a maior parte de nós vai ser capaz de juntar na vida toda. Mas as coisas do mundo – como fama e dinheiro – naturalmente só fazem sentido enquanto se está no mundo. E a morte trágica e precoce de grandes astros da música parece nos dizer aos ouvidos aquela passagem bíblica segundo a qual é tudo vaidade. É como se ela nos sussurrasse ou, antes, nos gritasse alto para nos despertar de nossa letargia: vê, sic transit gloria mundi. Assim passa a glória do mundo! Morreram Cobain, Morrison, Hendrix, Joplin e Winehouse. Para os seus fãs, ficaram as suas músicas e a saudade; mas para eles próprios, de que valeu?

Talvez digam: “foi intenso!”. Talvez nos citem o Neil Young e nos digam que é melhor queimar de uma vez do que apagar-se aos poucos: it’s better to burn out than to fade away

. Enfim, talvez nos digam qualquer coisa; mas, data venia, eu preciso discordar.

A nossa vida é potencialmente curta (uma vez que cada um de nós pode morrer hoje mesmo) e, por isso mesmo, ela precisa ser intensa; mas o próprio fato da efemeridade da vida deveria nos fazer pensar no além-vida. “Intensa” é uma vida que se prepara para o futuro; desperdiçar loucamente uma fortuna – os anos de vida – cujo tamanho não se sabe ao certo (mas que sempre nos parece estar ainda “muito longe” de acabar) não é intenso, e sim irresponsável.

Eu conheço uma vida curta que foi verdadeiramente intensa. Não viveu os vinte e sete anos da Amy, mas ainda menos: vinte e quatro anos. Não ganhou o dinheiro de um Kurt Cobain ou de um Jimi Hendrix e nem teve em vida a fama de uma Amy ou de uma Janis, mas soube empregar verdadeiramente bem os seus anos de juventude.Era francesa e se chamava Teresa. E, entre tantas outras coisas, legou-nos versos:

Revesti as armas do Todo-Poderoso,
Sua divina mão dignou-se me adornar;
Doravante, nada me assusta.
Do seu amor, quem pode me separar?
Ao seu lado, lançando-me na arena,
Não temerei nem o ferro, nem o fogo.
Meus inimigos saberão que eu sou Rainha,
Que sou a esposa de um Deus!
Oh, meu Jesus! Guardarei a armadura
Com que me visto ante teus adorados olhos.
Até o entardecer da vida, minha mais bela veste
Serão meus santos votos!

[…]

Se do guerreiro tenho as armas poderosas,
Se o imito e luto com valentia,
Como a Virgem de encantos graciosos,
Também quero cantar, combatendo.
Fazes vibrar as cordas de tua lira
E esta lira, oh, Jesus, é meu coração!
Posso, então, das tuas misericórdias
Cantar a força e a doçura.
Sorrindo, desafio o combate
E, nos teus braços, oh , meu divino Esposo,
Cantando hei de morrer, sobre o campo de batalha,
Com as armas na mão!…

[“Minhas armas”, in “Obras Completas de Santa Teresa do Menino Jesus e da Sagrada Face”.
pp. 622-624. São Paulo, Editora Paulus, 2002]

A morte no campo de batalha, com as armas na mão: eis o desejo que convém a uma alma jovem! Não a morte em um palco ou – pior ainda – em um apartamento vazio e solitário, desvanecido o glamour após se deixar o palco.Não, isto não é uma vida intensa; a vida de combate preconizada pela santa francesa morta aos vinte e quatro anos é que o é. Que o Altíssimo tenha misericórdia da Winehouse e de tantos outros mortos em condições similares. E que a tragédia ocorrida com a roqueira inglesa faça-nos ver que a vida é curta e, portanto, é fundamental que seja bem vivida.

Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

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Frei Beto não consegue ficar calado, mais uma vez saiu asneira de sua mente “brilhante”, recentemente escreveu um artigo defendendo a agenda gay e de forma deplorável fez uma hermenêutica bíblica induzindo os seus leitores a crer que as Sagradas Escrituras não condena o homossexualismo.

O artigo pode ser lido neste Link:

O Frei é um dos grandes nomes do socialismo latino-americano, não surpreende ninguém saber que ele mais uma vez se levantou para acabar com os bons costumes, porém é instigante e lamentável ler a relativização total das Sagradas Escrituras e o teor de mentiras descaradas nas decorrentes falácias do artigo.
Lembro-me das sábias palavras de Santo Irineu de Lyon : Por astuta aparência de verdade, os hereges seduzem as mentes dos inexpertos e escravizam-nos falsificando as palavras do Senhor. ( Adversus Haereses).
Santo Inácio de Loyola orienta os pastores ao seguinte: Aos hereges se há de chamar pelo seu nome, para que não se cubra o veneno mortal com o véu de um nome salutar.
Portanto há de se declarar mais uma vez: O Senhor Frei Beto é uma grande Herege. O pensamento dele é venenoso, revolucionário, falacioso e nenhum pouco Cristão. O Senhor Frei Beto faz parte de um movimento que quer destruir os bons costumes, ele tem pavor dos documentos da Igreja e aversão ao Santo Padre. É amigo de assassinos como Fidel Castro e grande admirador dos sanguinários governos comunistas. A sua catolicidade é uma mascara externa usada para desvirtuar as ovelhas do Santo Redil. Frei Beto é um lobo vestido de cordeiro.
O eminentíssimo Senhor Bispo Don Antonio Augusto Dias Duarte, bispo auxiliar do Rio de Janeiro escreveu um belo artigo para abordar as heresias ditas pelo “Frei Herege Beto da Libertação”.

Veja na íntegra o artigo de Don Antonio:

A Bíblia e o frei

O conhecido dicionário Aurélio é muito claro quando diz que Frei é substantivo masculino, é forma suprimida de freire, é utilizado para distinguir de freira, que é um substantivo feminino, usado para designar religiosa, monja, madre, professora. A mesma clareza aparece quando diz que a Bíblia é o conjunto dos livros sagrados do Antigo e do Novo Testamento, de importância capital, pelo qual se tem predileção incomum, interpretado há 2.000 anos por todos que pretendem desvelar o sentido mais exato de suas palavras e dos personagens nele presentes.

A Bíblia e o frei é o título que encabeça este artigo sobre os juízos humanos acerca do homossexualismo e das uniões homoafetivas, mas não tem a mínima pretensão de responder a um outro artigo de um conhecido irmão religioso que goza de certo prestígio midiático.

Essas linhas querem ser respeitosas e tão claras quanto o Aurélio, tampouco querem ser acusativas daquele que se elevou à categoria de supremo e infalível hermeneuta da Bíblia em matéria de sexualidade humana. Acontece, porém, que os homens passam, mas a Bíblia persiste e ilumina as várias gerações da humanidade, especialmente quando na sua história surgem questões tão complexas e difíceis, como são a homossexualidade e a homoafetividade, especialmente se forem consideradas dentro da visão exclusivamente hermenêutica e pluralizadora.

A pessoa homossexual ou as pessoas que procuram viver uma união afetiva não podem ficar presas só a um parecer jurídico, nem tampouco só a um processo legislativo, menos ainda só a uma problemática social de violência e discriminação. Nem sentenças de tribunais, nem projetos de lei que tramitam nos parlamentos, nem sequer a vitimização levantada a respeito dessas pessoas, entram num âmbito bíblico mais amplo e real tão próprio daquelas igrejas cristãs e da Igreja Católica quando elas defendem com amor e justiça as pessoas com essas tendências.

A Bíblia na sua mensagem essencial e transcendental revela-nos Deus no âmbito íntimo do mistério trinitário, no espaço delimitado da sua Encarnação histórica e na sua dimensão salvadora do homem concreto. Quando se parte dessa Verdade, e não das minúsculas e estreitas considerações de alguns ‘donos da verdade’, chega-se ao conhecimento profundo da pessoa humana, misteriosa na sua humanidade e encarnada no tempo e no espaço, revelando-nos em Deus o seu valor absoluto e a sua dignidade inviolável e inefável.

A Bíblia dá um enorme passo quando nos conduz ao ponto central de todas as complexas e difíceis perguntas acerca do ser humano. Quem é o homem? Para onde dirige sua vida? Por quê da sua realidade histórica-moral? Como deve ser considerado e julgada a sexualidade humana?

Todos esses questionamentos permanecem na superfície externa das culturas e das análises interpretativas de freis e freiras, de juízes e juízas, de padres e políticos, das próprias pessoas envolvidas nas decisões afetivas, quando não há a devida profundidade na revelação bíblica sobre quem é o homem, quem é a mulher, na única, fundamental e inequívoca verdade: “Deus disse: façamos o ser humano à nossa imagem e segundo a nossa semelhança (…). Deus criou o ser humano à sua imagem, à imagem de Deus os criou. Homem e mulher Ele os criou” (Gen. I, 25-27).

Aqui não há hermenêutica, nem singularizadora nem pluralizadora! Aqui há verdade! Aqui há imagem digna de ser reconhecida e respeitada! Aqui há identidade sublime! O que vem depois a essa revelação, isto é, os fatores biológicos, raciais, étnicos, sexuais, culturais, etc., só podem ser considerados a favor do bem das pessoas se as interpretações “politicamente corretas” forem desmascaradas e descartadas.

Em primeiro lugar, é politicamente inexato dizer que as pessoas nascem assim, pré-determinadas a uma biologia ou sujeitas necessariamente a uma definição cultural sobre a sua raça ou sobre o seu sexo. Todas as pessoas são concebidas, nascem e crescem, desenvolvem-se e escolhem novos caminhos, sempre com liberdade de quererem viver de acordo com essa intrínseca dignidade. Cabem a elas, somente a elas, e não a “pretensos hermeneutas”, darem contas a seu Criador e Redentor das suas decisões, dos seus acertos e dos seus possíveis pecados e erros na vida.

Em segundo lugar é hermeneuticamente correto dizer que a Bíblia deve ter no nosso mundo cultural e teológico o reconhecimento de seu valor divino e sagrado, bem como ser lida nos seus diversos livros, respeitando as regras hermenêuticas que permitem a autêntica interpretação literal e espiritual das suas sentenças e dos seus ensinamentos divinos.

A Bíblia é e será sempre a Palavra de Deus, palavra que revela o Criador do Céu e da Terra, a identidade divina e humana de Jesus Cristo, Redentor e, como complemento essa mesma Palavra ilumina os autênticos valores antropológicos e filosóficos que sempre, em qualquer época e cultura, influenciam positivamente a história da humanidade.

Ainda há tempo – se alguns freis, alguns ministros de tribunais, alguns políticos, alguns padres e alguns pastores permitirem –, de recuperar plenamente o sentido da Bíblia como o grande código de vida para as culturas, incluindo aqui também a cultura gay, para pensar e direcionar melhor todas as considerações sobre a homossexualidade.

Se isso, de fato, acontecer na cultura brasileira haverá mais espaço para Deus, para que sobressaia o rosto e a voz de seu Filho, Jesus Cristo e, consequentemente, haverá mais espaço para o rosto do ser humano destacar-se no meio de todas as suas maravilhas, dos seus desvios e das suas limitações.

Enquanto as ideologias existirem como um pacote que se deve aceitar e assumir em nível de militância na sua totalidade programática, o que em bom português significa “pegar ou largar” as idéias em lote, a Bíblia sempre existirá para que cada pessoa, com suas particularidades e com sua história singular, reconheça-se e valorize-se como criatura de Deus e como filha no Filho Eterno do Pai por obra do Espírito Santo, a fim de que responda à vocação do amor e da comunhão nela inscrita e aceite a própria identidade sexual e a viva na sua especificidade e na sua complementaridade.

Desde essa dignidade natural e sobrenatural compreende-se muito bem que as pessoas com tendências homossexuais chamadas à castidade pela via do autodomínio, da educação da afetividade e da liberdade interior e com o apoio de uma amizade desinteressada, além da graça sacramental, possam e devam se aproximar com confiança da perfeição cristã (cf. Catecismo da Igreja católica, n. 2359).

Dom Antonio Augusto Dias Duarte

Bispo Auxiliar da Arquidiocese do Rio de Janeiro

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No dia 18 de maio último, a presidente Dilma assinou um Decreto convocando a “II Conferência Nacional de Políticas Públicas e Direitos Humanos LGBT” a ser financiada com os “recursos orçamentários da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República”.

Leia o Decreto na integra:

Diário Oficial da União Nº 95, quinta-feira, 19 de maio de 2011 ISSN 1677-7042 7

DECRETO DE 18 DE MAIO DE 2011

Convoca a II Conferência Nacional de Políticas Públicas e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – LGBT.

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea “a”, da Constituição,
D E C R E T A :

Art. 1o Fica convocada a II Conferência Nacional de Políticas Públicas e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – LGBT, que será realizada em Brasília, Distrito Federal, no período de 15 a 18 de dezembro de 2011, com o tema “Por um país livre da pobreza e da discriminação: promovendo a cidadania LGBT”.
Parágrafo único. A II Conferência Nacional de Políticas Públicas e Direitos Humanos de LGBT será realizada sob a coordenação conjunta da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e do Conselho Nacional de Combate à Discriminação, e terá os seguintes objetivos:

I – avaliar e propor as diretrizes para a implementação de políticas públicas voltadas ao combate à discriminação e à promoção dos direitos humanos e cidadania da população LGBT no Brasil;

II – avaliar a implementação e execução do Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT e propor estratégias para seu fortalecimento; e

III – propor diretrizes para a implementação de políticas públicas de combate à pobreza e à discriminação da população LGBT.

Art. 2o A II Conferência Nacional de Políticas Públicas e Direitos Humanos de LGBT será presidida pela Ministra de Estado Chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e, em sua ausência ou impedimento, pelo Secretário Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos.

Art. 3o As etapas municipais da II Conferência Nacional de Políticas Públicas e Direitos Humanos de LGBT serão realizadas no período de 1o de junho de 2011 a 31 de agosto de 2011.

Art. 4o As etapas estaduais da II Conferência Nacional de Políticas Públicas e Direitos Humanos de LGBT serão realizadas até o dia 31 de outubro de 2011.

Art. 5o O regimento interno da II Conferência Nacional de Políticas Públicas e Direitos Humanos de LGBT será proposto pelo Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos de LGBT e aprovado pela Ministra de Estado Chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

Art. 6o As despesas com a organização e realização da etapa nacional da II Conferência Nacional de Políticas Públicas e Direitos Humanos de LGBT correrão por conta dos recursos orçamentários da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

Art. 7o Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 18 de maio de 2011; 190o da Independência e 123º da República.

DILMA ROUSSEFF
Maria do Rosário Nunes

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Seguidores esperam explicação pela previsão falha do Fim do Mundo de 21 de Maio de Harold Camping.

Chegou o dia 21 de Maio e também se foi o fim do mundonão aconteceu. Agora muitos estão desejando que Harold deve dar uma explicação.

De fato, o pregador está buscando discrição saindo do foco de sua previsão falha. A website da Family Radio não está sendo atualizada, e ainda proclama o dia do Julgamento Final em 21 de Maio, de acordo com o jornal americano Daily News.

Camping espalhou anúncios por diversas partes do mundo levando até outras pessoas largarem seus empregos e casas para alertar aspessoas sobre a sua previsão do arrebatamento.

Depcionado, um trabalhador da MTA disse, “Eu não entendo,” depois que constatou que o arrebatamento não aconteceu. “Eu não entendo por que nada aconteceu,” disse Robert Fitzpatrick, de 60 anos de idade.

Outros também ficaram apenas na esperança dizendo queo céu seria um lugar melhor para se viver.

“Eu estava esperando por isso porque eu acho que o céu seria um lugar melhor do que essa terra,” disse Keith Bauer que dirigiu desde Maryland para Califórnia para esperar pelo arrebatamento na sede da Family Radio.

Tantos os adeptos quanto os críticos esperam que Camping explique sobre sua errônea previsão, como ele fez em 1994.

“Eu espero realmente que ele tenha uma explicação,” disse Steve Wohlberg, um ministro de Idaho que na semana passada contestou abertamente a previsão de Camping de 21 de maio.

Com relação a se estudar a Bíblia tentando encontrar uma fórmula para se calcular a data do arrebatamento, um professor do Seminário Fuller Clay Schmit disse, “Há certas coisas sobre a fé que estão realmente escondidas por trás do véu,” disse professor de pregação da Fuller.

Desta maneira, aqueles que usam a Bíblia para formular teorias, equações que não são claramente encontrados no texto, estão indo além dos propósitos das escrituras.

Fonte: The Christian Post

***

Esperamos que os evangélicos entendam que também em outras coisas, suas interpretações vão além dos propósitos das escrituras. Usam a Bíblia como um “Manual”, com interpretações fundamentalistas e de cunho pessoal.

A questão é de princípio.Mesmo sabendo que esse caso do” fim do mundo” não possa se aplicar a todos os evangélicos, o principio protestante é esse: cada um interpreta a bíblia segundo sua cabeça e segundo a “inspiração” do Espírito Santo.

De onde se conclui que existirão “outros fins de mundo..”

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Entidades espanholas agem para demonstrar o crescimento das violações à liberdade religiosa no país.

A Associação Estatal de Advogados Cristãos (AEAC) denunciou à ONU 153 violações desse tipo registradas desde 2004.

A presidente desta associação, Polonia Castellanos, apresentou no dia 16 de maio ao Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, em Genebra, um relatório sobre os ataques à liberdade religiosa.

A AEAC denuncia o governo Zapatero por “violações reiteradas, persistentes e manifestas dos direitos humanos relacionados com a liberdade de religião ou de crença na Espanha”.

Entre elas, figuram ataques a sacerdotes, imagens e igrejas católicas. Apontam-se ações como o fechamento ao culto da basílica do Valle de los Caídos, por parte do governo, no dia 6 de abril de 2010, agressões laicistas em várias capelas universitárias, a proibição de procissões, o apedrejamento de uma livraria em Madri. O relatório assinala ainda exposições e espetáculos ofensivos.

Há inclusive insultos e ameaças a bispos, proferidas publicamente por grupos e entidades, com o convite a atear fogo na Conferência Episcopal, lançado durante um manifesto pró-aborto em setembro de 2009.

Citam-se ainda a declarações ofensivas de representantes do governo, de políticos e de altos cargos.

A associação pediu à ONU que investigue os fatos e sancione o governo espanhol no caso de responsabilidade provada.

Segundo a AEAC, se a Espanha não tomar medidas contra as crescentes ondas de ataque laicista ou antirreligioso, poderá ver comprometido seu voto na Comissão de Direitos Humanos da ONU, medida que os denunciantes solicitaram.

Hostilidade

O próprio Papa referiu-se à questão da liberdade religiosa na Espanha, no discurso que dirigiu no dia 16 de abril à nova embaixadora do país na Santa Sé, María Jesús Figa.

Bento XVI assinalou que atualmente “não faltam formas, frequentemente sofisticadas, de hostilidade contra a fé, que se expressam às vezes renegando a história e os símbolos religiosos, nos quais se reflete a identidade e a cultura da maioria dos cidadãos”.

Ele destacou que a liberdade religiosa não só é violada com a discriminação ou a profanação, mas também com o ato de denegrir ou fazer chacota.

Bento XVI propôs uma visão diferente da religião, que a considere uma dimensão “inerente à dignidade da pessoa humana” e “uma arma autêntica da paz, porque pode mudar e melhorar o mundo”.

(Patricia Navas)

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A Bíblia satânica, escrita por Anton Szandor LaVey, fundador da Igreja de satanás, é um livro de 272 páginas a favor do diabo. Publicada em 1969, tornou-se instantaneamente êxito de livraria, atingindo a marca de meio milhão de exemplares vendidos.

O livro inicia com uma explicação de LaVey do motivo por que ele veio a aceitar a filosofia hedonista. Aos 16 anos, LaVey tornou-se músico de uma boate, e nessa época diz ele que observava, nos sábados à noite, “homens olhando com luxúria as moças que dançavam na boate, e no dia seguinte, enquanto eu tocava órgão em uma igreja situada no mesmo quarteirão onde ficava a boate, via esses mesmos homens sentados nos bancos com suas esposas e filhos, pedindo a Deus que lhes perdoasse e os purificasse dos desejos carnais. Mas no sábado seguinte , lá estavam de volta à boate ou a outro lugar de vício. Concluí então que a igreja cristã prospera na hipocrisia e que a natureza do homem termina por domina-lo”( Anton Szandor LaVey, A Bíblia satânica, Avon Books, Nova York, N. Y., 1969).

Logo no começo do livro, as Nove Declarações satânicas esclarecem as doutrinas de LaVey. Cito-as a seguir para que o leitor possa ver com clareza quão hedionda é a base do satanismo moderno. Ter consciência disto ajudará a identificar tais idéias quando forem reveladas por alguém que esteja envolvido no satanismo. (…)

As 9 Declarações satânicas são:

1. satanás representa a licenciosidade , em vez da abstinência e auto-controle.
2. satanás representa a existência vital, em vez de sonhos espirituais ilusórios.
3. satanás representa a sabedoria incontaminada, em vez de auto-engano hipócrita.
4. satanás representa bondade aos que a merecem, em vez de amor desperdiçado com ingratos.
5. satanás representa a vingança, e não o oferecimento da outra face.
6. satanás representa responsabilidade para como os responsáveis, em vez de preocupação pelos vampiros psíquicos.
7. satanás vê o homem exatamente como um simples animal, às vezes melhor, todavia mais freqüentemente pior do que os que andam sobre quatro patas, e devido ao seu “desenvolvimento espiritual e intelectual divino”, tem-se tornado o mais feroz de todos os animais.
8. satanás representa todos os assim chamados pecados, visto que todos eles conduzem à satisfação física, mental e emocional.
9. satanás tem sido o melhor amigo que a igreja já teve, visto que ele a tem mantido ativa durante todos esse anos.

A mentira, a libertinagem e os pecados são perdoados ao longo da Bíblia satânica, e não apenas nas Nove Declarações. A ideologia de LaVey baseia-se na satisfação imediata.”A vida é a grande libertinagem – a morte é a grande abstinência”, proclama LaVey. “Não existe nenhum céu brilhante glória, e nenhum inferno onde os pecadores assam… nenhum redentor vive!”.( Anton Szandor LaVey, A Bíblia Satânica, Avon Books, Nova York, N. Y., 1969, p. 33)

O sacrifício humano é desculpado com argumentos cuidadosamente elaborados. (…) (…) Para inflamar ainda mais seus leitores, LaVey acrescenta: “Os cães loucos são destruídos , e eles necessitam de ajuda muito mais do que os seres humanos que espumam pela boca durante o seu comportamento irracional… portanto , você tem todo o direito de (simbolicamente) destruí-los, e se a sua maldição provoca o aniquilamento real deles, regozije-se por ter sido usado com instrumento para livrar o mundo de uma peste”.(Anton Szandor LaVey, A Bíblia Satânica, Avon Books, Nova York, N.Y., 1969, p. 33)

(…) A filosofia de LaVey conduz normalmente ao crime e à violência. Os satanistas estão determinados a desobedecer a todos os dez mandamentos da Bíblia e cometer os pecados que Deus abomina, tais como: orgulho, mentira, homicídio, ter um coração perverso, ser rápido em praticar o mal, dar falso testemunho e promover discórdia, etc. (ver Provérbios 6:16-19).

(…)Para LaVey, o verdadeiro inimigo do homem é o sentimento de culpa instilado pelo cristianismo, e o caminho para a liberdade do indivíduo é a prática constante do pecado. LaVey admite que não considera coisa alguma como sobrenatural, e que se inclina para a escola de magia de Aleister Crowley, que se baseia no enfoque científico do paranormal.

(…) Além dos livros de LaVey, os membros são incentivados a ler os escritos de Ayn Rand, Friedrich Nietzsche e Maquiavel, em virtude da ênfase que esses autores dão à conquista da auto-suficiência através do potencial humano. Executam-se três tipos de rituais: rituais sexuais para satisfazer o erotismo, rituais compassivos para ajudar alguém e rituais destrutivos para obter vingança. (Larry Kahner, Seitas que matam, Nova York, N. Y., 1988)

Fonte: Elnet

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