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Archive for the ‘SACRAMENTOS’ Category

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A cidade de Crato (Ceará, nordeste do Brasil) acolhe de 30 de janeiro a 4 de fevereiro a 22ª Assembleia Nacional da ASLI (Associação dos Liturgistas do Brasil).

A ASLI tem programado um caminho em três etapas de aproximação ao 50° aniversário da Constituição Sacrosanctum Concilium, do Concilio Vaticano II.

Neste primeiro evento, se buscará refletir sobre as raízes históricas, culturais, teológicas e pastorais da Sacrosanctum Concilium. Em 2012, se resgatarão os eixos essenciais da SC em conexão com os outros documentos conciliares. E em 2013, se fará uma releitura crítica de todo o processo da receptio da SC, apontando desafios para o futuro na vida da Igreja.

O evento dos próximos dias, intitulado A caminho dos 50 anos da Sacrosanctum Concilium: raízes  históricas e teológicas da Constituição, tem assessoria de Dom Emanuele Bargellini, osb cam, e Frei José Ariovaldo da Silva, ofm.

Fonte:  Zenit

 

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Temos claro que a Santa Missa nada mais é do que a atualização do Sacrifício de Cristo. Neste sacramento temos a oportunidade de estar mais próximos de Deus, desde o início da celebração. Diante disso, um questionamento deve ser feito: qual deve ser a nossa postura durante a celebração eucarística?

O Papa Bento XVI, na Exortação apostólica Sacramentum Caritatis, diz: “(…) Jesus é o verdadeiro Cordeiro pascal, que se ofereceu espontaneamente a si mesmo em sacrifício por nós, realizando assim a nova e eterna aliança. A Eucaristia contém nela essa novidade radical, que nos é oferecida em cada celebração. (…)” (n. 9 – negritei)

Se temos a graça de renovar em cada Eucaristia a nova e eterna aliança com Cristo, nossa postura deve sempre ser a de adoração ao Deus que se faz presente. Cito um trecho de um belo texto de Fernanda Caminati Azevedo acerca desse tema:

“(…) Ao aproximarmo-nos da Diviníssima Eucaristia, é essencial compreender bem a quem iremos receber, e por assim sabermos, fazermos todo o possível para recebê-lo dignamente. A Santa Missa e a Comunhão são os centros da nossa fé, nestas horas não cabem quaisquer irreverências, mas todo o respeito, solenidade e reverência que pode merecer um Deus. Quando se inicia a Santa Missa, o católico deve esquecer-se de tudo mais que exista para ver somente o Cristo e oferecer-se com Ele; deve colocar-se no Calvário ao lado da Santíssima Mãe do Redentor; deve morrer misticamente com Jesus, para ressuscitar com Ele para uma vida de mais perfeição cristã; por isso o católico deve sair de cada Santa Missa melhor do que chegou a ela. (…)”

(http://www.veritatis.com.br/doutrina/sacramentos/901-eucaristia-sacramento-e-sacrificio)

Devemos sempre estar atentos e nos aprofundar em cada momento do rito, desde a entrada do celebrante e da equipe litúrgica, até a saída de todos. Não podemos ser displicentes em nossos atos, nossas posturas, nossa intenção, pois é durante a celebração eucarística que vamos ter o maior e mais profundo encontro com Nosso Senhor Jesus Cristo, com aquele que nos amou a ponto de dar sua vida por nós. Não se trata de um encontro metafórico, mas sim um encontro real, vivo.

O Magistério da Santa Igreja, por meio da Exortação apostólica Sacramentum Caritatis, nos ensina que:

“(…) Ao considerarem o tema da participação activa (actuosa participatio) dos fiéis no rito sagrado, os padres sinodais ressaltaram também as condições pessoais que se requerem em cada um para uma frutuosa participação.  Uma delas é, sem dúvida, o espírito de constante conversão que deve caracterizar a vida de todos os fiéis: não podemos esperar uma participação activa na liturgia eucarística, se nos abeiramos dela superficialmente e sem antes nos interrogarmos sobre a própria vida. Favorecem tal disposição interior, por exemplo, o recolhimento e o silêncio durante alguns momentos pelo menos antes do início da liturgia, o jejum e — quando for preciso — a confissão sacramental; um coração reconciliado com Deus predispõe para a verdadeira participação. De modo particular é preciso alertar os fiéis que não se pode verificar uma participação activa nos santos mistérios, se ao mesmo tempo não se procura tomar parte activa na vida eclesial em toda a sua amplitude, incluindo o compromisso missionário de levar o amor de Cristo para o meio da sociedade.

Sem dúvida, para a plena participação na Eucaristia é preciso também aproximar-se pessoalmente do altar para receber a comunhão; contudo é preciso estar atento para que esta afirmação, justa em si mesma, não induza os fiéis a um certo automatismo levando-os a pensar que, pelo simples facto de se encontrar na igreja durante a liturgia, se tenha o direito ou mesmo — quem sabe — se sinta no dever de aproximar-se da mesa eucarística. Mesmo quando não for possível abeirar-se da comunhão sacramental, a participação na Santa Missa permanece necessária, válida, significativa e frutuosa; neste caso, é bom cultivar o desejo da plena união com Cristo, por exemplo, através da prática da comunhão espiritual, recordada por João Paulo II e recomendada por santos mestres de vida espiritual. (…)”

(n. 55 – http://www.vatican.va/holy_father/benedict_xvi/apost_exhortations/documents/hf_ben-xvi_exh_20070222_sacramentum-caritatis_po.html – destaquei)

Assim, devemos participar da Santa Missa com o coração direcionado ao Sagrado, buscando nos aprofundar sobre os mistérios de cada situação.

Que tal isso ocorrer já na próxima celebração eucarística?

André Luiz de Oliveira Brandalise

Fonte: Blog Carmadélio – Comunidade Shalom

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