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Archive for the ‘Teologia’ Category

“Covardia”

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No dia 14 de maio, o prelado do Opus Dei, Dom Javier Echevarría, ordenou 35 novos sacerdotes. A cerimônia aconteceu na basílica de Santo Eugênio, em Roma.

Os presbíteros procedem da Itália, Espanha, Holanda, Singapura, Argentina, Colômbia, Nigéria, EUA, França, Áustria, Brasil, México, El Salvador, Polônia e Uganda.

“Que vossa existência se funda com a de Jesus eucarístico – disse o prelado aos novos sacerdotes, durante a homilia –. A partir de hoje, a celebração diária da eucaristia deve ser especialmente para vós o momento central de cada dia, o centro e a raiz de nossas vidas, de cada dia de nosso caminhar terreno”.

Dom Echevarría convidou os 35 presbíteros a viver ao serviço das almas “uma por uma”.

“Exercitai o ministério com esta característica tão própria do bom pastor, que se dedica a todos, sem distinções, estreitamente unidos ao romano pontífice e aos pastores das dioceses nas quais desenvolvereis o ministério”, disse.

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Muita confusão e uma única vocação sacerdotal tardia. Essa é a herança de Dom William Morris, quem fora Bispo da Toowoomba (Austrália) desde 1993 até 2 de maio de 2011, data em que o Papa ordenou sua remoção devido ao seu persistente apoio à ordenação sacerdotal de mulheres e casados, à absolvição geral na confissão e ao desterro total da vestimenta clerical.

Em declarações à agência ACI Prensa, um ancião sacerdote australiano que pediu não ser identificado denunciou que –depois do passo do Bispo Morris que durante anos desobedeceu ao Papa e a diversas autoridades do Vaticano que lhe exigiram apresentar sua renuncia– o que resta é muita confusão e o que falta são jovens.

“Olhem sua página Web, sua ‘pastoral para jovens’ não tem gente porque não há jovens. Todos são anciãos e a maioria de seus sacerdotes são maiores de 65 anos. O mais jovem de todos tem quase 50!”

Este presbítero não é o único que recorda a “herança” de Dom William Morris. Norm e Mavis Power se mudaram a Toowoomba em 1959 com a esperança de ter um bom lugar para sua família e um espaço adequado para crescer em sua fé católica.

“Nesse tempo –declaram à ACI Prensa– havia um monastério justo ao centro da cidade dirigido por sacerdotes do Santíssimo Sacramento. Era um centro de oração e atividade. De fato todas as igrejas da cidade estavam cheias. A vida da Igreja era muito vibrante”.

“Agora, entretanto, o monastério está fechado e as mesmas igrejas estão vazias. É muito, muito triste”, acrescentam.

Com as dramáticas mudanças que impulsionou Morris como o desterro da vestimenta clerical e sua substituição pelo terno e gravata, e com a imposição de práticas como a absolvição geral de pecados, comenta Mavis, “o Bispo dizia às pessoas o que eles queria escutar, não o que a Igreja Católica ensina”.

Norm recorda que “em vez de confissões individuais, as pessoas tinham que ficar em fila, escrever seus pecados em um papel e pô-los em uma jarra. Além disso, promovia-se uma inadequada participação laical em todos os lugares”.

“Assim, se um domingo um sacerdote não estava presente, já não se buscava um outro próximo, mas sim pedia a algum leigo que dirigisse o serviço e desse a comunhão alegando que ‘queriam conservar a comunidade unida'”.

Mavis Power assegura que “foi muito difícil. Realmente complicado, e cada vez que escrevíamos ao Bispo sobre alguma destas coisas sempre nos dizia que erámos nós os que estávamos no engano”.

A posição contrária de William Morris à doutrina católica fez que o Vaticano solicitasse sua presença em distintas ocasiões entre 2005 e 2007 em Roma. Ante sua negação para dar razão de suas ações, a Santa Sé realizou em 2007 uma visita apostólica (investigação), depois da qual exigiu pacientemente, em repetidas ocasiões e durante vários anos, que apresentasse sua renúncia ao cargo.

A este pedido sempre respondeu que não, apesar do fato de que o mesmo Papa Bento XVI exigiu sua renúncia em uma reunião em Roma realizada em junho de 2009, ao qual também se negou.

William Morris declarou em diversos meios de rádio e televisão australianos que “negou a justiça natural” no Vaticano e que a reunião com o Papa foi “como a Inquisição. Ele era imutável. Não houve diálogo”.

Para a colunista Kate Edwards da ABC, “a realidade é que se o Bispo Morris da Toowoomba tivesse estado trabalhando para uma organização civil regida pelas leis comerciais, certamente tivesse sido culpado no cargo de falsa representatividade. Ele se apresentava como alguém que ensinava a fé católica, mas de fato não o estava fazendo!”

Em opinião de Christopher Pearson do The Australian, “a remoção do Morris envia uma clara mensagem aos bispos, na Austrália e em todo mundo. A paciência da Santa Sé não é, como parece ser, ilimitada”.

“Os bispos mais liberais podem ir dizendo adeus às suas fantasias dos anos 90 de ordenar freiras ou ao menos terão que reservá-las para si próprios apenas”, acrescenta.

Enquanto isso, o trabalho de reconstrução da diocese já foi iniciado sob o mando do Administrador Apostólico e Bispo de Brisbane, Dom Brian Finnegan, quem recebe o cargo, pelo momento, de velar por 66 000 pessoas divididas em 35 paróquias.

Norm e Mavis Power, agora com 13 netos, comentam que esperam poder ajudá-los em seu crescimento na fé e afirmam que seguirão rezando para ter um bom Bispo. Asseguram ademais que não deixarão de rezar pelo que acaba de deixar o cargo.

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Jejum da Igreja:

Fazer apenas uma refeição completa durante o dia e, caso haja necessidade, tomar duas outras pequenas refeições que não sejam iguais em quantidade à habitual ou completa.

Não fazer as refeições habituais, nem outros petiscos durante o dia (nem mesmo cafezinho, chimarrão etc).

Estão obrigados ao jejum os que tiverem completado dezoito anos até os cinqüenta e nove completos. Os outros podem fazer, mas sem obrigação.

Grávidas e doentes estão dispensados do jejum, bem como aqueles que desenvolvem árduo trabalho braçal ou intelectual no dia do jejum.

Abstinência:

Deixar de comer carnes de animais de sangue quente (bovina, ovina, aviária, etc), bem como seus caldo de carne.

Permite-se o uso de ovos, laticínios e gordura. Estão obrigados à abstinência os que tiverem completado quatorze anos, e tal obrigação se prolonga por toda a vida.

Grávidas que necessitem de maior nutrição e doentes que, por conselho médico, precisam comer carne, estão dispensados da abstinência, bem como os pobres que recebem carne por esmola.

Quarta-feira de Cinzas: jejum e abstinência obrigatórios.

Sexta-feira Santa da Paixão do Senhor: jejum e abstinência obrigatórios.

Demais dias da Quaresma, exceto os Domingos: jejum e abstinência parcial (carne permitida só na refeição principal/completa) recomendados.

Demais sextas-feiras do ano, exceto se forem Solenidades:

abstinência obrigatória, mas não o jejum.

Essa abstinência pode ser trocada, a juízo do próprio fiel, por outra penitência, conforme estabelecer a conferência episcopal (no Brasil, a CNBB estabeleceu qualquer outro tipo de penitência, como orações piedosas, prática de caridade, exercícios de devoção etc).

Fonte : Veritatis Splendor

 

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O Seminário deve proporcionar aos futuros sacerdotes a experiência de serem discípulos de Jesus, a fim de que possam ter forças para encarar um mundo em que vigora a ditadura do relativismo e há uma luta aberta contra os tradicionais valores cristãos, morais e éticos.

Essa é a opinião compartilhada pelo presidente da Organização dos Seminários e Institutos do Brasil (Osib), padre Paulo Dal’Bó, e pelo diretor espiritual do Seminário Arquidiocesano São José, de Niterói (RJ) – e também presidente da Organização dos Seminários e Institutos do Brasil (Osib) para o Regional Leste 1 da CNBB -, padre Demétrio Gomes.

Os dois sacerdotes se valem de um recente discurso de Bento XVI a integrantes da Assembleia Plenária da Congregação para a Educação Católica para falar sobre o tema da formação sacerdotal.

“O discipulado precisa ser bastante demarcado. Só pode anunciar quem tiver a experiência pessoal com Ele. Na sua primeira encíclica, Bento XVI lembrava que o cristianismo não é ideologia, mas um encontro pessoal. Como o sacerdote é o homem que irá transmitir esse Deus, deve ter, no tempo do Seminário, uma experiência profunda, de discipulado, com o Senhor”, destaca padre Demétrio.

 

Já padre Paulo salienta que a formação para o sacerdócio deve buscar novas maneiras de se concretizar na realidade contemporânea, mas sem cair no risco de se desviar da essência do ministério ordenado. “É uma preocupação conjunta diante de todo o apelo desse período de mudança de época, isto é, como oferecer aos formandos uma linguagem atualizada sem perder a essência, que é o seguimento a Jesus”.

Fidelidade

A fidelidade aos ensinamentos da Igreja é um ponto fundamental para que a formação possa ter garantias de seguir o caminho correto. “Num mundo permeado desta cultura relativista, o homem quer viver uma moral arbitrária, sem limites, e acaba tirando a verdade de cena. Uma das funções primordiais do sacerdote é exatamente o munus docendi, ou seja, o ofício de ensinar a verdade do Senhor. Daí a importância da fidelidade ao Magistério da Igreja como garantia de formação dos futuros sacerdotes segundo a verdade”, explica padre Demétrio.

Nessa perspectiva, para que a missão de anúncio do Evangelho seja eficaz, é preciso seguir uma espécie de guia pedagógico no caminho com Jesus: 1 – Conhecer; 2 – Amar, encantar-se; 3 – Seguir; 4 – Anunciar. “Aí o anúncio é consistente, porque vai ter passado pelo processo de conhecimento, encantamento e seguimento”, declara padre Paulo.

Deserto e Comunidade

Outro ponto destacado pelo Papa em seu discurso é a importância dos tempos de deserto e, também, da vida comunitária no período de formação. Como achar o equílibro entre ambos?

“O deserto é como um símbolo da formação espiritual do candidato ao sacerdócio, que deve ser trabalhada e mais aprofundada nesse tempo de Seminário. No entanto, ele não entra em choque com a formação comunitária, a vivência de família. À medida que o seminarista se torna mais de Deus – e isso vale para todos os cristãos –, também se torna mais dos seus irmãos. O deserto não isola o sacerdote do mundo, mas o torna mais doado aos irmãos”, ressalta o diretor espiritual do Seminário fluminense.

O presidente da Osib, padre Paulo, destaca que a linguagem imediatista do mundo faz com que reservemos pouco tempo para a escuta e o deserto interior. “É preciso proporcionar que o formando tenha esses momentos, seja através dos retiros, das visitas constantes ao Santíssimo Sacramento, ressaltando que a intimidade com o Pai deve ser colocada em prática na relação com os irmãos”.

Fonte: CN NOTÍCIAS

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Espiritualidade de pregador
Pe. Zezinho, scj

Espiritualidade tem a ver com a capacidade de conviver com o vento que sopra do alto, de lado, de baixo, de frente e à ré. Aviadores, marinheiros, baloeiros e navegadores sabem que os ventos não sopram somente neles e para eles, sopram em todos e para todos. Mas, como aqueles ventos sopram também sobre eles, como primeira regra, aprendem que precisam saber o que fazer com seus veículos quando o vento sopra e como flutuar ou navegar sem colidir com os outros, nem espatifar nas ondas, na rocha ou no solo.

Espiritualidade tem a ver com sopro do alto e da terra e com o que o indivíduo soprado faz com ele. Só pode dizer que tem espiritualidade o sujeito que, ao invés de ser soprado pelo vento e ir aonde o vento vai, aprende a ir aonde deve ir, sabendo valer-se do vento. Uma coisa é deixar-se levar dirigindo-se enquanto é levado e outra é ser empurrado e não saber como e para onde ir.

Os navegadores e pilotos que chegam ao porto e ao aeroporto que buscavam, chegam porque sabem a que altura ou profundidade vão, conhecem os canais e os ventos e sabem fugir ou utilizar a força das ondas e das correntes do mar e do céu. Quem sobe sem saber por que subiu, acaba levado pelo vento, como fez aquele, infeliz pregador da fé que subiu em balões, por entre câmeras, aplausos e incentivos de quem o viu subir e dias depois foi achado morto no mar sem saber por que subia, como desceria e como utilizaria seu frágil GPS.

Há igrejas e grupos de igreja que, de certa forma pregam esse tipo de espiritualidade… Sobem por entre glórias e aleluias e aplausos, mas de qualquer jeito e sem saber ler os sinais e os ventos. Preste atenção na espiritualidade festiva de alguns templos, pregadores e fiéis… Eles pensam que podem direcionar o vento.

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